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Produção Interna

Com o propósito de avançar na política judiciária sobre o tema, o FONINJ elaborou um questionário, o qual foi aplicado junto às Coordenadorias de Infância e Juventude para diagnosticar a infraestrutura, o funcionamento e os recursos humanos envolvidos no trabalho dessas unidades.

apresentação (.ppt)

O Justiça em Números visa à ampliação do processo de conhecimento do Poder Judiciário por meio da coleta, da sistematização de dados estatísticos e do cálculo de indicadores capazes de retratar o desempenho dos tribunais.

Os conselhos de fiscalização do exercício profissional são os responsáveis pelo disciplinamento, regulamento, fiscalização e garantia da qualificação dos profissionais liberais no exercício de suas atividades, visando conter os possíveis riscos inerentes de suas atividades à sociedade. Diante de sua responsabilidade social e o caráter de interesse público de seus serviços, esses conselhos são considerados autarquias e, apesar de não estarem diretamente ligados aos órgãos da administração pública federal, tampouco contarem com orçamento público, estão sujeitos à fiscalização do Estado. 

O Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do Conselho Nacional de Justiça apresenta o 3º Balanço Socioambiental do Poder Judiciário cumprindo o disposto no art. 9º da Resolução CNJ nº 201 de 3 de março de 2015.

A Justiça Restaurativa constitui-se como um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato, são solucionados de modo estruturado.

Este Relatório possui cinco seções a contar com essa Introdução. A segunda seção contém um panorama da totalidade de ações em trâmite e ingressadas tendo por base outras fontes oficiais do Conselho Nacional de Justiça, como o Relatório Justiça em Números e dados do Mês Nacional do Júri.

O Conselho Nacional de Justiça, no cumprimento de sua missão institucional, publicou, em 4/9/2018, a Resolução CNJ nº 255 que instituiu a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário. O artigo 3º previu a “criação de grupo de trabalho, responsável pela elaboração de estudos, análise de cenários, eventos de capacitação e diálogo com os Tribunais sobre o cumprimento desta Resolução”, que foi instituído pela Portaria CNJ nº 66 de 04/09/2018, alterada pela Portaria CNJ nº 126 de 15/10/2018.

Os tribunais preencheram a planilha conforme modelo disponível no link (arquivo) e enviaram até o dia 25 de fevereiro de 2019.

O objetivo deste relatório é apresentar esses dados estatísticos relativos à situação de saúde dos 16.998 magistrados e 242.805 servidores do Poder Judiciário em 2018.

Este relatório apresenta os resultados do esforço concentrado do Mês Nacional do Júri ano-base 2018.

Tem como objetivo demonstrar as ações consolidadas a respeito de indicadores de sustentabilidade de todos os órgãos do Poder Judiciário dos anos de 2015, 2016 e 2017, com exceção do Supremo Tribunal Federal.

O relatório Perfil Sociodemográfico dos Magistrados Brasileiros busca identificar quem são os magistrados brasileiros em termos de suas características demográficas, sociais e profissionais.

Relatório por Tribunal

Este relatório tem por objetivo descrever a estrutura física, material e organizacional da segurança institucional no Poder Judiciário brasileiro.

O Justiça em Números visa à ampliação do processo de conhecimento do Poder Judiciário por meio da coleta, da sistematização de dados estatísticos e do cálculo de indicadores capazes de retratar o desempenho dos tribunais.

O Relatório CNJ em Números apresenta dados relativos à atuação do Conselho Nacional de Justiça ao longo de sua história.

Trata-se de diagnóstico elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça que analisa o Supremo Tribunal Federal.

Este relatório apresenta os resultados do segundo mapeamento realizado, oferecendo uma perspectiva atualizada da implementação das políticas do Poder Judiciário no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, com base em dados fornecidos pelos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal, por meio dos sistemas Justiça em Números e Módulo de Produtividade Mensal.

O relatório traz um retrato das ações de liberdade de imprensa, como dados detalhados sobre a localização geográfica dos processos, os assuntos mais demandados, os veículos de imprensa mais acionados, entre outras informações. Por fim, o estudo traz uma análise de mineração de texto com a descrição do evento e as questões mais relevantes que motivaram o início da ação judicial.

O presente relatório tem o propósito de fornecer fotografia da utilização de instrumentos como a repercussão geral dos recursos extraordinários, o rito de julgamento de recursos especiais ou de revista repetitivos, o incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR) e o incidente de assunção de competência na Justiça brasileira, a partir dos dados constantes do Banco Nacional de Demandas Repetitivas e Precedentes Obrigatórios (BNPR).

O presente relatório apresenta tanto as informações do mês de novembro do ano de 2017 como traz comparações com os dados do mês de novembro de 2016 e com as estatísticas da 1º semana nacional do júri (17 a 21/03/2014) e da 2ª semana nacional do júri (13 a 17/04/2015).

O objetivo do relatório é sistematizar os dados estatísticos relativos à situação de saúde dos magistrados e servidores do Poder Judiciário em 2016. O relatório está organizado em três seções: metodologia, avaliação da abstenção por motivo de saúde e realização dos Exames Periódicos de Saúde (EPS).

base de dados para download

Semana Justiça pela Paz em Casa

A Campanha Justiça pela Paz em Casa foi criada em 2015 como um esforço concentrado de julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra as mulheres realizado pelos vinte e sete tribunais de justiça.

O objetivo desse relatório é apresentar o resultado do mapeamento, oferecendo perspectiva atualizada da implementação das políticas do Poder Judiciário no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, com base em dados registrados pelos tribunais.

Tem como objetivo demonstrar as ações de sustentabilidade empreendidas no Poder Judiciário Nacional, nos anos de 2015 e 2016, analisando os principais indicadores para avaliação do desempenho ambiental e econômico do PLS-PJ.

A Pesquisa de Opinião dos Magistrados de 1º Grau foi respondida por 4.672 magistrados ativos, entre março e abril de 2016. O relatório avalia a percepção geral acerca da política de atenção prioritária ao 1º grau em execução nos tribunais brasileiros, além de se ater nas duas principais linhas de ação da política, a saber, a gestão de pessoas e a orçamentária. Há, ainda, avaliações sobre do grau de satisfação com as condições de trabalho atuais, assim como as expectativas de todos os juízes respondentes a respeito dos desenvolvimentos futuros da política.

Trata-se de diagnóstico sobre a atual situação da segurança judiciária brasileira. Seu principal objetivo é servir de apoio para a definição de diretrizes, protocolos e rotinas para a modernização e a evolução qualitativa das atividades de Segurança e Inteligência no Poder Judiciário e, assim, subsidiar a Política Nacional de Segurança do Poder Judiciário.

O presente relatório tem por objetivo mensurar como é realizado o fornecimento de serviços de saúde aos servidores do Poder Judiciário no Brasil. O questionário foi aplicado de forma eletrônica em duas partes: a primeira diz respeito ao tribunal como um todo, já a segunda diz respeito a cada uma das unidades de saúde do respectivo tribunal.

O Censo do Poder Judiciário é a primeira pesquisa destinada a traçar o perfil de magistrados e servidores de todos os tribunais e conselhos que compõem o Judiciário Brasileiro.

Este relatório tem por objetivo descrever o impacto causado pelo quantitativo de processos que, não obstante tratarem de matéria tipicamente federal, foram processados e julgados pela justiça estadual durante o período de 2009 a 2011. Esse fenômeno processual é definido doutrinariamente como “delegação de competência” e encontra previsão constitucional expressa no art. 109, § 3º da Constituição Federal de 1988 (CF/1988).

O relatório analisa quem são as crianças aptas à adoção e os pretendentes à adoção no Brasil. Além de caracterizá-los, são comparadas as eventuais expectativas e a realidade do perfil, buscando-se saídas e maneiras de compartilhar a responsabilidade pela dignidade e pela liberdade das crianças e dos adolescentes que aguardam uma chance de convivência familiar.

O estudo avalia a adesão dos Tribunais à Recomendação n. 09/2007, que propõe a criação de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, dentre outras medidas destinadas à garantia dos direitos humanos das mulheres no âmbito de suas relações domésticas e familiares. Além disso, são revelados os quantitativos de procedimentos assim como o número de juízes e servidores disponíveis para processá-los.  A fim de compreender a situação da violência contra a mulher no Brasil, a pesquisa apresenta, ainda, um panorama com dados sobre homicídios de mulheres e agressão a mulheres no Brasil, com dados do Mapa da Violência 2012 e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad2009/IBGE). Com os dados disponíveis, o Departamento de Pesquisas Judiciárias apresenta, neste Relatório, proposta de expansão da estrutura judiciária especializada para o processamento das ações relacionadas à violência doméstica e familiar contra as mulheres.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) solicitou aos Tribunais de Justiça Estaduais e Tribunais Regionais Federais, por intermédio do Ofício-Circular n. 56/GP/2012 em 2 de março de 2012, o fornecimento de dados estatísticos relativos aos processos sobre crimes de lavagem de dinheiro, bens e valores, corrupção e improbidade administrativa, bem assim quanto às ações penais de competência originária desses em trâmite no ano de 2011.

Este levantamento foi realizado com 78 tribunais com a finalidade de elaborar um produto atualizado para ser distribuído no espaço destinado ao Conselho Nacional de Justiça na Rio+20. Os indicadores socioambientais do Poder Judiciário foram fundamentados nos seguintes atos normativos do CNJ: Recomendação n. 11/2007, Recomendação n. 27/2009, Resolução n. 70/2009 e Resolução n. 114/2010.

O Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) em parceria com o Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) apresenta a pesquisa ”Panorama Nacional a Execução das Medidas Socioeducativas de Internação”. O estudo teve por escopo conhecer o perfil dos adolescentes internados, os dados processuais e ainda a estrutura, o funcionamento e a distribuição geográfica dos estabelecimentos socioeducativos de internação.

O Relatório “100 maiores litigantes” é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que visa identificar os principais demandantes do Poder Judiciário, a fim de suscitar o debate a respeito da excessiva litigância no Brasil. Em relação à edição anterior, neste segundo relatório houve aprimoramentos importantes, como a concentração dos dados apenas no fluxo de processos ingressados no período de dez meses. A pesquisa abrangeu os casos novos no 1º Grau referentes ao período de janeiro a outubro de 2011.

O Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) apresenta a pesquisa denominada “Justiça Infantojuvenil: Situação atual e critérios de aprimoramento”. O objetivo do estudo foi propor critérios objetivos para a criação de Varas da Infância e Juventude (VIJ), a fim de auxiliar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a atuar de maneira concreta na elaboração de políticas para a melhoria do atendimento judicial a crianças e adolescentes.

Este estudo exploratório pretende apresentar alguns dados relativos aos recursos, litigiosidade e produtividade de diversos países da Europa, da América Latina e dos Estados Unidos que, futuramente, poderão ser usados para analisar em que medida há, de fato, uma aproximação entre as realidades destes diversos países no que diz respeito à capacidade dos Estados de processarem e julgarem seus conflitos.

O presente documento tem o objetivo de sintetizar as principais falas, pronunciamentos e intervenções realizados no seminário “Justiça em Números 2010”, realizado durante o dia 29 de agosto de 2011, em Brasília, Distrito Federal. Promovido pelo CNJ, o evento buscou lançar o relatório “Justiça em Números 2010”, não apenas para apresentá-lo à sociedade, mas, especialmente, para discutir os seus principais resultados e as possíveis decorrências deles em termos da política judiciária brasileira.

O artigo trata dos determinantes do acesso à justiça segundo a percepção de amostra representativa do conjunto da população brasileira. A partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2009 (PNAD/IBGE), são analisados: i) os graus de resolutividade das instituições demandadas pela população; ii) o grau de desalento das pessoas em relação à busca por soluções aos conflitos; iii) o grau de conhecimento das pessoas sobre seus direitos e sobre as instituições dedicadas a assegurá-los, e, por fim; iv) o tempo até a solução e também as características socioeconômicas (renda, educação  daqueles que buscaram e que não buscaram soluções junto ao Judiciário.

A presente publicação tem como objetivo principal apresentar as considerações do DPJ a respeito dos resultados demonstrados nos relatórios finais das três pesquisas dessas instituições. Ao final do documento apresenta-se um conjunto de propostas de políticas específicas a respeito do tema.

Ao consolidar e sistematizar os resultados dos estudos realizado pela UFRGS e da cooperação técnica CNJ-IPEA, além de apresentar reflexões críticas do DPJ, o principal objetivo deste relatório é motivar o debate sobre possíveis novos rumos para a execução fiscal no Brasil, com vistas ao aperfeiçoamento da prestação jurisdicional não somente nessa matéria, mas do sistema judicial como um todo.

O Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ)  recebeu dados indicando os maiores litigantes dos tribunais estaduais, regionais federais e do trabalho, referentes a processos que não foram baixados definitivamente até 31 de março de 2010. Foram consideradas como partes somente pessoas jurídicas e/ou entidades. O CNJ solicitou que os processos informados tivessem natureza não criminal (excluíram-se, além dos processos criminais, aqueles relativos à Justiça Eleitoral, Justiça Militar e Infância e juventude).

Estudo exploratório da discussão acerca das iniciativas de Avaliação de Desempenho Judicial (ADJ) e dos desafios inerentes à sua implementação, com destaque para as experiências em curso no âmbito internacional. A partir desse exame em outros países, os autores extraíram elementos que possam conferir subsídios para a discussão do tema no Brasil.

Trata-se de relatório de pesquisa sobre a gestão da comunicação nos tribunais e que consolida os resultados de questionário encaminhado a todas as assessorias ou secretarias de comunicação do Poder Judiciário. A investigação tornou possível compreender melhor o quadro atual da comunicação social nos tribunais, sobretudo nos seguintes aspectos: estrutura administrativa; articulação institucional, planejamento, recursos financeiros e atividades desenvolvidas. A partir desse levantamento preliminar, que identificou aspectos positivos e pontos que precisam ser aperfeiçoados, abre-se caminho para discussões mais propositivas da gestão da comunicação nos tribunais, de forma a assegurar um caráter estratégico no tratamento do tema.

Este relatório apresenta um panorama do estágio de implantação das Tabelas Processuais Unificadas nos tribunais da Justiça Federal, Estadual e do Trabalho. Os dados aqui disponibilizados foram obtidos por meio de questionário enviado a esses tribunais no primeiro trimestre de 2010.

Apresenta e compara alguns dos principais sistemas de coleta de dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para detectar quais informações nos respectivos repositórios estão duplicadas, inconsistentes ou divergentes. Trata-se, portanto, de um primeiro passo rumo ao natural processo de convergência, compatibilização e futura uniformização, em um único sistema, de todas as informações solicitadas pelo CNJ aos tribunais e varas. Vislumbra-se, com isso, facilitar o procedimento de coleta, minimizar os erros de disponibilização dos dados e reduzir o trabalho de fornecimento das informações por parte das estruturas do Poder Judiciário.

Trata-se de estudo relativo ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região realizado com base na análise comparativa da produtividade dos tribunais regionais federais (TRFs) e informações afins e elaborado a partir de dados estatísticos solicitados aos próprios TRFs pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com vistas a atender à determinação do Plenário do CNJ nos autos de processo de acompanhamento de cumprimento de decisão (0200511-29.2009.2.00.0000).

Este relatório foi elaborado com o objetivo de subsidiar os trabalhos do Fórum Nacional Fundiário, coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça.

O Fórum de Assuntos Fundiários, instituído pela Resolução n° 110, de 6 de abril de 2010, destina-se ao monitoramento das ações e à resolução de questões que tenham por objeto assuntos de natureza fundiária, conflituosas ou não, que “possam colocar em risco a segurança no campo e nas cidades ou exijam ações concretas para assegurar o acesso à moradia digna e à distribuição da propriedade rural” (artigo 1° da Resolução).

Este documento foi produzido com os resultados obtidos pelo 1º Questionário Socioambiental do Poder Judiciário, que foi remetido em dezembro de 2008 para todos os tribunais listados nos incisos II a VII do art. 92 da Constituição Federal de 1988. O relatório permite compreender como a questão socioambiental era tratada pelo Poder Judiciário, assim como diagnostica as atividades desenvolvidas pelas comissões ambientais e/ou socioambientais constituídas até então. A Resolução n. 70/2009 do CNJ classificou a Responsabilidade Social e Ambiental como atributo de Valor Judiciário para a sociedade, papel assumido pelo Departamento de Pesquisas judiciárias desde o ano de 2008. O referido relatório serve também como linha de base para estudos futuros acerca dessa temática.

A pesquisa analisa a questão das custas judiciais no âmbito do Judiciário Estadual, tendo por objetivo fornecer um quadro da situação no Brasil, bem como apresenta um panorama internacional a respeito do tema. Visou atender à deliberação do Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Procedimento de Controle Administrativo (PCA), em que o Conselheiro Jefferson Luís Kravchychyn determinou ao Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) o desenvolvimento de “estudos técnicos para a formulação de parâmetros máximos para a cobrança de custas e despesas processuais”.

Apresentação do Conselho Nacional de Justiça no IV Fórum Governamental de Gestão Ambiental na Administração Pública. Evento promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, realizado em dezembro de 2009 na Escola da Magistratura Federal – TRF 1ª Região.

Este relatório é fruto do primeiro evento socioambiental de âmbito nacional do Poder Judiciário promovido pelo Conselho Nacional de Justiça em setembro de 2008. Após essa troca inicial de boas práticas, as ações socioambientais no Poder Judiciário se tornaram conhecidas nacionalmente. Como conseqüência dessa visibilidade, o seminário favoreceu a consolidação do tema na grande maioria dos tribunais e o cumprimento da Recomendação n.º 11/2007, assim como criação da Recomendação n. 27/2009 e Resolução n. 114/2010.

Parcerias Institucionais

As pesquisas, cujos relatórios apresentam-se abaixo, foram elaboradas cientificamente mediante contratação, portanto, o CNJ não avaliza nem rejeita as conclusões e as propostas aqui sugeridas. Com a publicidade dos resultados das pesquisas, objetiva-se não somente dar conhecimento à sociedade, mas também estimular a discussão do tema.

A pesquisa “O Poder Judiciário no Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres” foi realizada por meio de uma parceria firmada entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA). O projeto visou diagnosticar o atendimento prestado pelo sistema de justiça às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, especialmente no que diz respeito ao seu caráter multidisciplinar e integral.

Assista ao vídeo: O Poder Judiciário no Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres

Assista ao vídeo: Relatos da pesquisa “O Poder Judiciário no enfrentamento à violência doméstica contra as mulheres”.

A pesquisa “O Poder Judiciário no Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres” foi realizada por meio de uma parceria firmada entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA). O projeto visou diagnosticar o atendimento prestado pelo sistema de justiça às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, especialmente no que diz respeito ao seu caráter multidisciplinar e integral.

Ipea: Relatório de Pesquisa de Reincidência Criminal no Brasil

Relatório final de atividades da pesquisa sobre reincidência criminal, conforme Acordo de Cooperação Técnica entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ipea (001/2012) e respectivo Plano de Trabalho.

Ipea: Diagnóstico sobre os Juizados Especiais Cíveis

A pesquisa aborda os juizados especiais cíveis (JECs) do Rio de Janeiro, Ceará e Amapá, com dados que permitem aprofundamentos sobre elementos dos recursos humanos, litigiosidade, estrutura e também contendo percepções dos magistrados e servidores sobre aspectos humanos e estruturais dos JECs.

A pesquisa da PUC-RS propôs uma abordagem multidisciplinar com base nos fundamentos teóricos da análise econômica do direito, da administração pública e da sociologia

Relatório final da pesquisa Custo unitário do processo de execução fiscal da União, sob a responsabilidade técnica dos pesquisadores Alexandre dos Santos Cunha (Coordenador), Bernardo Abreu de Medeiros, Elisa Sardão Colares, Luseni Cordeiro de Aquino e Paulo Eduardo Alves da Silva.

Inter-relações entre o processo administrativo e o judicial (em matéria fiscal) a partir da identificação de contenciosos cuja solução deveria ser tentada previamente na esfera administrativa

A pesquisa realizou um diagnóstico das causas de aumento da litigiosidade no Brasil e da morosidade da justiça, com foco especial nas demandas repetitivas, analisando a trajetória dos conflitos e as suas possíveis soluções pré-processuais, processuais e gerenciais.

Diagnóstico sobre as causas do progressivo aumento das demandas judiciais cíveis no Brasil, em especial das demandas repetitivas, bem como da morosidade da justiça civil

O Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE), com a presente publicação, divulga os resultados do levantamento suplementar Vitimização e Justiça, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, que foi realizado por iniciativa do IBGE. Complementou essa ação Institucional, o convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que focalizou o tema justiça.

Este relatório refere-se à fase final da pesquisa, ―Inter-relações entre o processo administrativo e o judicial sob a perspectiva da segurança jurídica no plano da concorrência econômica e da eficácia da regulação pública‖, patrocinada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme o Edital de Seleção 01/2009.

Colaborações externas

Ipea e CNJ: Relatório e Sumário Executivo sobre o Poder Judiciário no Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra as Mulheres

A pesquisa “O Poder Judiciário no Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres” foi realizada por meio de uma parceria firmada entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA). O projeto visou diagnosticar o atendimento prestado pelo sistema de justiça às mulheres em situação de violência doméstica e familiar, especialmente no que diz respeito ao seu caráter multidisciplinar e integral.

O presente relatório tem como objetivo documentar boas práticas de gestão processual no Reino Unido, mapear e identificar rotinas de gestão processual em Tribunais brasileiros de alto e baixo desempenho e construir um conjunto de melhores práticas replicável para o Poder Judiciário com vistas à melhoria de sua performance.

Brasil em Números 2017

Publicação editada anualmente pelo IBGE contendo informações que aprofundam o conhecimento sobre importantes aspectos da realidade brasileira.

Brasil em Números 2016

A arte de mostrar o Brasil O Brasil em Números, em versão bilíngue, reúne informações que permitem traçar uma síntese da realidade brasileira em seus múltiplos aspectos. É destinado a todos aqueles que desejam conhecer melhor o País de forma prática e ilustrada. Sob a forma de tabelas e gráficos, os capítulos apresentam dados sobre o território nacional, características demográficas e socioeconômicas da população, preços, contas nacionais, atividades agropecuárias, industriais, comerciais, de serviços, finanças públicas, comércio exterior, ciência e tecnologia e estatísticas básicas do Governo, incluindo dados comparativos entre os estados brasileiros.

Brasil em Números 2015

O Brasil em Números, editado anualmente pelo IBGE, apresenta informações básicas para o estudo e conhecimento da realidade socioeconômica brasileira, tornando-se um valioso instrumento de consulta e subsídio para análises e planejamentos.

Revista Diálogos sobre Justiça – 2014

O artigo “Juizados Especiais Cíveis: informalidade e acesso à justiça em perspectiva”, explora aspectos estruturais e da litigiosidade dos JECs, avaliando seus princípios norteadores a partir de pesquisa empírica realizada pelo IPEA em cooperação com o CNJ.

A Série “JUSTIÇA PESQUISA” foi concebida pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ)a partir de 2 (dois) eixos estruturantes complementares entre si: i) Eixo “Direitos e Garantias fundamentais”; e ii) Eixo “Políticas Públicas do Poder Judiciário”.

Publicação dos projetos selecionados

2019
2017
2015
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