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Link CNJ desta quinta (27/1) debate a Justiça itinerante e promoção dos direitos humanos
Link CNJ desta quinta (27/1) debate a Justiça itinerante e promoção dos direitos humanos
Jônatas Andrade, diretor de Direitos Humanos da Amatra 8, e a conselheira Tânia Reckziegel falam sobre o projeto de Justiça itinerante. Foto: TV Justiça
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O Conselho Nacional de Justiça quer promover os direitos humanos e ampliar o atendimento do Poder Judiciário a populações que vivam afastadas dos centros urbanos, em áreas isoladas e sob risco social – como, por exemplo, povos indígenas e vítimas de trabalho análogo ao de escravo e tráfico de pessoas. A pauta é assunto do programa Link CNJ que vai ao ar nesta quinta-feira (27/1), às 21h, na TV Justiça e no canal do CNJ no YouTube.

A sugestão de ampliar os serviços de Justiça itinerante foi feita em dezembro de 2020 pelo ator e diretor Wagner Moura ao Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário. A demanda é levar atendimento e promover o acesso aos serviços de jurisdição. Moura é integrante convidado do Observatório no CNJ e é embaixador da boa vontade da OIT sobre trabalho forçado. A ampliação também mobilizou o Fórum Nacional para o Monitoramento e Solução das Demandas Atinentes à Exploração do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo e ao Tráfico de Pessoas (Fontet) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Tendo essa proposta em perspectiva, batizada como projeto “Justiça Itinerante e Direitos Humanos”, a conselheira do CNJ Tânia Reckziegel, coordenadora do Fontet, conheceu em dezembro do ano passado a experiência do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), que há 25 anos promove jornadas fluviais ao Arquipélago do Bailique, distrito a cerca de 170 quilômetros de Macapá, para atender à população local.

O programa Link CNJ trata da experiência amapaense e discute a Justiça itinerante com Jônatas Andrade, diretor de Direitos Humanos da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da Oitava Região, e com a conselheira Tânia Reckziegel.

No quadro Uma História, o programa traz o relato do juiz Johnny Clemes, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) sobre a importância da Justiça itinerante para as populações vulneráveis que moram em lugares distantes e de difícil acesso. Ele conta o caso de uma família que passou a receber pensão depois que o patriarca morreu, graças aso serviços itinerantes da Justiça. A renda é relativamente pequena, mas mudou a vida da família.

Além do programa nesta quina à noite, o Link CNJ terá reprises programadas nas sextas (7h), sábado (12h), domingo (14h) e terça-feira (7h30); e ficará disponível na internet por meio das redes sociais do CNJ.

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Ficha Técnica

Link CNJ na TV Justiça
Toda quinta-feira, às 21h

Direção: André Macedo

Equipe CNJ:
André Mota
Daniel Noronha
Gilberto Costa
Gustavo de Oliveira
Hudson Cerqueira
Hugo Santos
Jônathas Seixas
Jhonatan Alves
Juliana Freitas
Juliana Neiva
Luis Marcos
Marcelo Silva
Ricardo da Costa
Thaís Cieglinski

Produção: Bárbara Alencar/Lívia Faria
Apresentação: Manuela Borges
Edição de imagens: Rafael Duarte
Edição de texto: Manuela Borges
Cabelo e maquiagem: Kelen Rosa
Figurino: Talitha Oliveira
Operadores de câmera: Luís Marcos e Orlando Santos
Diretor de imagem: Éster Domingos
Operador de áudio: Jhonatan Alves
Operador de teleprompter: Wendel Pereira
Operador de VT: Rogério da Cruz
Núcleo de programação: Rosa Wasem
Núcleo técnico: Fábio Guedes
Núcleo de produção de programas: Flávia Soledade
Supervisão: Coordenadoria de Gestão da TV e Rádio Justiça / Secretaria de Comunicação Social STF

Agência CNJ de Notícias

Assista à edição no canal do CNJ no YouTube

Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais

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