Com mais de 100 mil usuários, CNJ reabre inscrições de cursos à sociedade

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A plataforma de educação a distância do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acumula mais de 100 mil usuários cadastrados desde o início da oferta de cursos, em 2009. O dado inclui inscritos em cursos fechados, voltados para servidores do Poder Judiciário e magistrados, e abertos, destinados a toda comunidade – para quem foi iniciado um novo ciclo de estudos. Desde segunda-feira (20/6), qualquer pessoa pode acessar, após cadastro no sistema, material referente a nove cursos diferentes. É permitida a matrícula, por meio da página do CNJ na internet, em apenas um deles por vez.

Voltado para iniciantes, o aprendizado nos cursos abertos é auto instrucional, ou seja, sem tutor. O ambiente dispõe de textos, vídeos e conteúdos interativos, além de fórum para troca de mensagens entre os participantes. Quanto à carga horária, o período varia de 5 a 30 horas (confira a lista) e a recomendação é que o aluno dedique uma hora por dia ao estudo. O material liberado nesta semana fica disponível até 20 de agosto, prazo final para conclusão das atividades.

Os cursos são divididos em módulos e, para passar ao próximo, é necessário concluir o anterior e responder questionário sobre a unidade. A aprovação final exige, no mínimo, 70% dos pontos em cada uma das avaliações. Ao fim, a declaração de conclusão estará disponível em ambiente virtual e deve ser gerada pelo próprio aluno. O portal permite verificar, por código, a validade dos certificados.

Resultados – No ciclo anterior, de 20 de abril a 20 de junho, a plataforma atendeu 8.472 usuários externos. O conteúdo mais procurado nos últimos dois meses trata de improbidade administrativa (2.072). As outras opções de maior interesse foram “Introdução ao Direito da Infância e da Juventude” (1.862) e “Método de Análise e de Solução de Problemas” (1.110). Também houve interesse em “Gestão da qualidade”, “Novo Acordo Ortográfico”, “Conhecendo o Poder Judiciário e o Papel do CNJ”, “Gestão do Conhecimento” e “Gestão documental no Judiciário”.

Especialistas, servidores e juízes estão entre os produtores do material, selecionados por edital. No ano passado, 22 mil usuários fizeram cursos na plataforma, entre alunos internos e externos. Os cursos são promovidos pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário (CEAJud).

Isaías Monteiro
Agência CNJ de Notícias