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Judiciário do Paraná economiza mais de R$ 52 mi com teletrabalho
Judiciário do Paraná economiza mais de R$ 52 mi com teletrabalho
Arte: TJPR

Levantamento realizado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) demonstrou que, durante o primeiro ano de teletrabalho, o Judiciário estadual economizou R$ 52.610.422,88 com itens como materiais de limpeza, Correios, diárias e passagens, entre outros. O valor leva em consideração a comparação entre os valores despendidos no ano anterior à pandemia da Covid-19, de abril de 2019 a março de 2020, e o primeiro ano de teletrabalho no Tribunal paranaense, de abril de 2020 a março de 2021.

Considerando-se o total economizado, os valores com construção civil (R$ 10.863.549,87) e com a aquisição de materiais permanentes (R$ 10.110.280,45) são os mais expressivos, representando, respectivamente, 21% e 19% dos mais de R$ 52 milhões poupados pelo erário. Os valores com diárias e passagens foram os que apresentaram maior economia em comparação a um período e outro. Enquanto, de abril de 2019 a março de 2020, foram despendidos R$ 6.724.312,82, no ano seguinte foram gastos apenas R$ 1.664.414,56 – redução de 75%.

Outra importante economia é a relacionada à água e energia elétrica, pois, além de estar relacionada ao aumento da eficiência e ao uso racional dos recursos, princípios norteadores da atual gestão, também demonstra a preocupação do TJPR com a sustentabilidade e o meio-ambiente. “A adoção e sucessivas prorrogações, pela Administração, do sistema de teletrabalho, bem como a implantação de novas rotinas pelas nossas divisões operacionais, a exemplo da intensificação das rondas buscando evitar o desperdício no consumo de energia elétrica e no consumo de água, tiveram impacto bastante importante. Não só em termos financeiros, mas também sob o aspecto socioambiental”, explica o diretor do Departamento de Gestão de Serviços Terceirizados do TJPR, Hermes Ribeiro da Fonseca Filho.

Além disso, no final de junho, o tribunal realizou termos aditivos nos contratos de copeiragem, telefonistas e ascensoristas para suprimir postos de trabalho, bem como descontinuou o fornecimento semanal de frutas. Em conjunto, essas medidas poderão representar, no transcurso de doze meses, uma economia que supera R$ 2,3 milhões. “A economia gerada é bastante importante à atual gestão à nossa Administração, não só porque demonstra a busca pelo aumento da eficiência da máquina pública, mas também a utilização racional dos recursos e, sobretudo, a seriedade com a gestão da coisa pública”, acrescenta o diretor do TJPR.

Fonte: TJPR

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