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Transformação Digital da Justiça do Trabalho da PB conclui fase de imersão
Transformação Digital da Justiça do Trabalho da PB conclui fase de imersão
Foto: TRT13

O Projeto de Transformação Digital do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT13). que atende à população da Paraíba, encerrou na última quinta-feira (17/6) a fase de imersão na Coordenadoria de Material e Patrimônio. com a realização de uma oficina para prototipação de soluções. Durante quatro horas, as equipes da unidade, ao lado da equipe técnica do projeto, debateram e sugeriram possíveis soluções para os principais desafios enfrentados no dia a dia de trabalho no setor, elencados anteriormente nas fases de identificação de problemas.

Dos desafios selecionados como sendo mais urgentes, foram priorizados os que são passíveis de soluções que envolvam tecnologia. Os demais serão encaminhados à administração do Tribunal para conhecimento e providências, segundo explicou o coordenador do Laboratório de Inovação, Marcelo Moura.

Agora, o projeto entra no ciclo de desenvolvimento de protótipo das soluções propostas. “Vamos agrupar as ideias e esperamos que, em três semanas, consigamos entregar algo substancial e significativo para o setor. Agora é a fase de, com as soluções propostas, desenvolver algo que realmente contribua para melhorar a rotina do setor, de modo a ficar mais simples. Precisamos contar com o feedback dos servidores e do gestor à medida que formos desenvolvendo as soluções.”

Dentre as principais sugestões apresentadas durante a oficina, estão a utilização de dispositivo móvel durante a entrega de um bem ao destinatário; criação de um aplicativo para facilitar a localização dos bens; realização de campanha de conscientização para o recebimento das guias pelos usuários; e facilitação no processo de consulta de preços.

Design Thinking

A oficina de prototipação de soluções foi a segunda promovida durante a aplicação do projeto de Transformação Digital no CMP. Neste segundo momento, seguiu-se a mesma lógica da oficina anterior: após uma breve explanação sobre o que já havia sido feito até o momento, o gestor da iniciativa dividiu os participantes em três grupos para facilitar a troca de ideias e propositura de soluções.

“Foi importante termos o período de imersão, no qual pudemos vivenciar o dia a dia do CMP, conhecer bem e ver os problemas na prática. Com base nisso, montamos as evidências do que encontramos durante essa fase e listamos algumas possíveis soluções pensando no que resolveria o problema”, afirmou Marcelo Moura.

Cada grupo discutiu os principais desafios um a um, sugerindo soluções para todos e já selecionando quais seriam passíveis de desenvolvimento de TI. Em seguida, os grupos foram reunidos para debate coletivo e definição unificada das propostas. Na sequência, todos foram novamente divididos em três grupos para o processo de prototipação das soluções. Além de pensar as próprias ideias, o momento contou com melhorias das sugestões dadas pelo Labor, com priorização das soluções de TI. “Estamos animados por contar com a ajuda da equipe do projeto”, destacou a chefe da Seção de Patrimônio e Suporte Administrativo do CMP, Vanessa Kaster.

Fonte: TRT13

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