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Justiça Restaurativa: TJAP promove seminário
Justiça Restaurativa: TJAP promove seminário
Ascom TJAP

Com o auditório do SEBRAE Amapá lotado, iniciou na manhã desta quarta-feira (09) o Seminário “Círculos em Movimento – Construindo Comunidades Restaurativas” ministrado pelas pesquisadoras norte-americanas Kay Pranis e Carolyn Boyes Watson. Na ocasião foi lançada a plataforma “Círculos em Movimento” que tem como finalidade a difusão da Justiça Restaurativa e Cultura de Paz nas comunidades escolares, estimulando a realização de Círculos de Construção de Paz. O seminário prossegue até esta quinta-feira, dia 10 de outubro.

Entusiasta das práticas restaurativas como possibilidade de transformação social, a promotora de Justiça Silvia Canela ressaltou o significado da escolha do Amapá para sediar o evento, destacando o bom trabalho que vem sendo desenvolvido no estado. “Já são cinco anos nesta caminhada, e para nós é muito gratificante poder ter nosso estado escolhido para sediar o lançamento deste projeto. E este trabalho que as pesquisadoras vem desenvolvendo com muito amor é justamente para que nossas crianças aprendam desde pequenos a construir relacionamentos saudáveis”.

Durante a primeira etapa do encontro ocorreram apresentações dos projetos já desenvolvidos no estado, como o E-Paz, onde foram abordadas as contribuições do Poder Executivo na Política de Pacificação, e o Projeto Escola Restaurativa, desenvolvido pelo Tribunal de Justiça do Amapá, Ministério Público do Amapá em parceria com outros órgãos governamentais.

A plataforma é iniciativa da Escola da Magistratura do Rio Grande do Sul (AJURIS) em cooperação com a organização não-governamental Terre des Hommes, Unesco/Criança Esperança e SESI, tendo como base o manual de práticas elaborado pelas professoras ministrantes do seminário. O estado do Amapá foi um dos três estados escolhidos para sediar o evento.

Segundo o presidente do Instituto Terre Des Hommes, Renato Pedrosa, a plataforma é um espaço de sensibilização acerca do tema e compartilhamento de informações. “É mais uma ferramenta de fortalecimento desta rede de Justiça Restaurativa, é bem fácil, intuitivo e qualquer pessoa interessada pode ter acesso”, explicou.

Fonte: TJAP

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