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Link CNJ: Letramento digital desafia informatização do Judiciário
Link CNJ: Letramento digital desafia informatização do Judiciário
Foto: TV Justiça
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A edição do Link CNJ que vai ao ar nesta quinta-feira (21/4), às 21h, aborda a falta de letramento digital. A dificuldade em utilizar a tecnologia pode dificultar o acesso à Justiça, que avança na informatização de todas as rotinas por meio do Programa Justiça 4.0.

Uma das prioridades do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na gestão do ministro Luiz Fux, a iniciativa tem em perspectiva dotar o sistema judicial brasileiro de serviços mais rápidos, eficazes e acessíveis – otimizando o trabalho da magistratura, equipes, advocacia e membros do Ministério Público e da Defensoria Pública – e assim tornar a Justiça mais produtiva, transparente e célere. O encaminhamento dos processos por meio eletrônico deve acelerar extinção dos processos em papel.

A transformação em curso foi acelerada durante a pandemia da Covid-19. A informatização das rotinas dos tribunais se tornou uma necessidade mais urgente para colaborar com o controle sanitário e viabilizar atendimento e continuação dos trabalhos em momentos que várias funções do Estado foram interrompidas para evitar o alastramento ainda mais severo da doença.

Vitorioso na pandemia, o avanço tecnológico pode encontrar, no entanto, um grande obstáculo para tornar o Judiciário mais acessível: a desigualdade, que impede o uso universal da internet. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), aplicada no final de 2019, três de cada quatro pessoas que não usam a internet alegam não saber usá-la ou não ter interesse. E um de cada cinco brasileiros não pode acessar a internet em qualquer lugar, por falta de rede ou de dispositivos.

“Os custos de acesso à internet no Brasil são os mais elevados, somando-se a isso, os problemas de acesso à rede e, em alguns casos, a inexistência de acesso em algumas regiões devido à infraestrutura de telecomunicações, ocupando o Brasil a 111ª posição no mundo em qualidade e velocidade de internet, atrás de países como Quênia, Armênia e Marrocos”, complementa artigo “Letramento digital do cidadão: proposta inclusiva no âmbito do Judiciário para efetividade ao direito de acesso à Justiça eletrônica”, recentemente publicado na 5ª edição da Revista Eletrônica do CNJ.

Entrevistados

Para as pesquisadoras Leila Maria Tinoco Boechat Ribeiro e Eliana Crispim França Luquetti e o pesquisador Carlos Henrique Medeiros de Souza, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), o Poder Judiciário deve assumir um papel indutor na inclusão digital e do acesso das pessoas a computadores e à internet. Leila Boechat e Carlos Henrique de Souza, junto com o advogado Francisco de Mesquita Laux, do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP), e do Centro de Estudos Avançados em Processo (Ceapro), participam do Link CNJ desta semana.

No quadro Por dentro do CNJ, o programa entrevista o conselheiro Sidney Pessoa Madruga, empossado recentemente. Ela fala sobre a própria carreira e dos planos que tem no Conselho.

Além da transmissão da noite desta quinta, a edição do Link CNJ terá reprises programadas na TV Justiça na sexta (7h), sábado (12h), domingo (14h) e terça-feira (7h30); e também fica disponível no canal do CNJ no YouTube.

Veja como sintonizar a TV Justiça na sua cidade

Ficha Técnica

Link CNJ na TV Justiça
Toda quinta-feira, às 21h

Direção: Betânia Victor Veiga

Equipe CNJ:
André Mota
Daniel Noronha
Gilberto Costa
Gustavo de Oliveira
Hudson Cerqueira
Hugo Santos
Jônathas Seixas
Jhonatan Alves
Juliana Freitas
Juliana Neiva
Luis Marcos
Marcelo Silva
Ricardo da Costa
Thaís Cieglinski

Produção: Lívia Faria
Apresentação: Rafaela Vivas
Edição de texto: Guilherme Menezes
Edição de imagens: Patrick Gomes
Cabelo e maquiagem: Lia Brandão
Figurino: Talitha Oliveira
Operadores de câmera: Luís Marcos e Orlando Santos
Diretor de imagem: Éster Domingos
Operador de áudio: Jhonatan Alves
Operador de teleprompter: Wendel Pereira
Operador de VT: Rogério da Cruz
Núcleo de programação: Rosa Wasem
Núcleo técnico: Fábio Guedes
Núcleo de produção de programas: Flávia Soledade
Supervisão: Coordenadoria de Gestão da TV e Rádio Justiça / Secretaria de Comunicação Social STF

Agência CNJ de Notícias

Reveja a edição no canal do CNJ no YouTube

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