Portuguese PT English EN Spanish ES
. . . . . .
Descentralização humaniza Justiça do Paraná

Com a criação de mais um Fórum, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) vem tornando o Judiciário mais próximo do povo em toda a região curitibana. Essa aproximação, por conviver de perto com a realidade daqueles que estão sob sua jurisdição, torna a Justiça mais acessível, humana e eficiente.

 

Entrou em funcionamento durante a semana, o novo Fórum Regional da Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Convicto dos resultados, o presidente do TJPR,  desembargador Miguel Kfouri Neto, estima que “a instalação do novo prédio descentralizará, para a região oeste da cidade, serviços nas áreas de Família, Infância e Juventude e Juizados Especiais”.

O juiz de Direito e diretor do Fórum da CIC, Diego Santos Teixeira, destacou em seu discurso o trabalho de todos os envolvidos no projeto de implantação do edifício e agradeceu à cúpula do Tribunal de Justiça. O juiz elencou ainda algumas metas que serão efetivadas pela equipe, tais como a realização de audiências nos casos de delitos de menor potencial ofensivo.

Nestes casos, as audiências serão realizadas na mesma semana em que ocorrer o fato. “Foi estabelecida uma parceria com a Polícia Militar do Paraná de maneira que o fórum da CIC, em conceito inédito, conte com uma unidade policial 24h, o que vai possibilitar atendimentos no momento das ocorrências”, enfatizou Teixeira.

Para o 2º vice-presidente, desembargador Ivan Campos Bortoleto, a instalação do Fórum da CIC é a concretização de um antigo sonho realizado, de ver o Direito chegar cada vez mais perto do povo. “Com certeza com essa instalação se atinge o objetivo de fazer Justiça rápida, por que Justiça morosa é injustiça”, concluiu.

Em nome do Ministério Público, a subprocuradora-geral de Justiça, Samia Saad Gallotti Bonavides, cumprimentou toda a cúpula do TJ, pela modernidade e pelo dinamismo de seus integrantes. “É uma satisfação imensa estar presente nesta solenidade tão significativa para o Tribunal, para o Ministério Público e principalmente para a população da Cidade Industrial”, afirmou a subprocuradora que ressaltou ainda: “os novos tempos pedem pessoas com ideais elevados e ideias novas no Judiciário”.

Por sua vez, o corregedor – geral da Justiça, desembargador Noeval de Quadros, enfatizou que é sempre um dia de muito júbilo quando uma nova casa de Justiça abre suas portas. “A demanda de processos tem crescido em escala industrial, o TJ tem, portanto, que se aparelhar para atender à população, que precisa de Justiça como precisa de pão e água”, disse. Na oportunidade, o desembargador elogiou o trabalho do juiz diretor do Fórum, Diego Teixeira, relembrando que o magistrado sempre se dispôs a atuar nos programas de responsabilidade social do Tribunal.     

O desembargador Miguel Kfouri Neto, agradeceu aos magistrados,  e de modo especial ao juiz Moacir Antonio Dala Costa,  pelo incansável trabalho na concretização dos projetos de descentralização dos Fóruns. “São juízes vocacionados, que extrapolam sua atividade e se preocupam na promoção humana. Esse trabalho laborioso da magistratura faz com que a Justiça ocupe cada vez mais um lugar de destaque na sociedade”.

O desembargador também comentou sobre a ótima integração entre  os departamentos  e servidores do Tribunal.  “As equipes funcionam harmoniosamente, e graças a isso,  temos esse admirável  resultado”.

Presentes também à cerimônia, o corregedor Lauro Augusto Fabrício de Melo; o gestor do Processo de Instalação e Estatização do TJ, desembargador Guilherme Luiz Gomes; além dos desembargadores Regina Helena Afonso de Oliveira Portes, Ruy Muggiati, Fernando Wolff Bodziak; vários juízes, advogados, servidores,  autoridades civis e militares.
 
Responsabilidade Social – Na mesma ocasião, foi implementado no Fórum, o Programa Justiça Comunitária, que visa à pacificação social, por meio da mediação de conflitos, conscientização da população a respeito de seus direitos, entre outros benefícios. O programa, coordenado pelo juiz Diego Teixeira, contará com a atuação de voluntários da comunidade, previamente selecionados e capacitados pelo grupo de apoio técnico do Tribunal. O agente comunitário será o receptor dos conflitos oriundos dos moradores da região. Após ser comunicado do problema, por uma das partes envolvidas, levará o caso para discussão com os servidores do Núcleo Comunitário, que funcionará dentro do Fórum. Na ocasião serão verificadas as medidas e frentes de atuação adequadas para a solução do problema.

Cidade Industrial – O bairro está na região oeste da Capital, a 10 km do centro. Além de concentrar o maior número de indústrias do município, é segundo Censo 2010 do IBGE, o bairro mais populoso de Curitiba com cerca de 173 mil habitantes, ou seja, aproximadamente 10% do município.

Do TJPR

A
Fechar Menu