Representatividade feminina no Poder Judiciário brasileiro

  • Tânia Regina Silva Reckziegel
  • Gabriela Brandão Sé
Palavras-chave: Representatividade feminina, Poder Judiciário, Princípio da igualdade

Resumo

O presente estudo tem como objeto a representatividade feminina no Poder Judiciário e suas repercussões na efetivação dos direitos das mulheres, promovendo uma reflexão sobre como esse cenário se compatibiliza com o Estado Democrático de Direito. Utilizando-se do método dedutivo, como condutor da pesquisa, bem como do levantamento bibliográfico, da análise qualitativa e de procedimentos metodológicos, o estudo expõe a trajetória feminina em busca da igualdade de gênero, com base sobretudo no princípio constitucional da igualdade. Por fim, conclui que, apesar das conquistas, a representatividade feminina na cúpula do Poder Judiciário ainda é baixa, o que requer efetivas ações e políticas públicas de inclusão das mulheres nas relações de poder.

Biografia do Autor

Tânia Regina Silva Reckziegel

Mestre em Direitos Sociais e Políticas Públicas pela UNISC. Doutoranda em Ciências Jurídicas pela Universidad del Museo Social, UMSA, Argentina (2019). Conselheira do CNJ – Conselho Nacional de Justiça. Desembargadora do TRT4.

Gabriela Brandão Sé

Pós-graduada em Ordem Jurídica e Ministério Público pela FESMPDFT. Especialista em Direito Público pela UNIPLAC. Analista Judiciário do CNJ - Conselho Nacional de Justiça.

Publicado
2020-06-15