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Tribunais debatem importância da gestão de dados
Tribunais debatem importância da gestão de dados
Foto: Gil Ferreira/CNJ

As unidades responsáveis pela produção de estatística do Poder Judiciário se reuniram na quarta-feira (10/6) no I Workshop de Ciência de Dados do Poder Judiciário: Estatística aplicada ao Direito. O evento realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi por meio de videoconferência, com transmissão no YouTube. O workshop, dirigido a magistrados e servidores de tribunais, debateu soluções voltadas para gestão e tratamento de dados e estatística do Poder Judiciário.

Durante a tarde, o primeiro painel apresentado tratou da “Utilização do R como forma de acompanhamento das estatísticas e indicadores do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB)”. A exposição foi feita pela titular da Gerência de Pesquisa Estatística do TJPB, Renata Grigório Silva e teve como debatedora a conselheira do CNJ Maria Teresa Uille Gomes. Durante o debate, a conselheira destacou a importância da união de conhecimentos entre ciência de dados, estatística e direito. “Eu tenho a absoluta certeza que dados confiáveis, dados qualificados, permitem aos gestores a tomada de decisões seguras e que contribuem com a nossa sociedade.”

Na sequência, o juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Carl Olaf Smith, acompanhado da diretora do Departamento de Gestão Estratégica (DGE), Fabiana Gomes, e da diretora do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ), Gabriela Azevedo, abordaram o tema “A importância de medir os Indicadores dos Macrodesafios do Poder Judiciário 2021-2026 pelo DataJud”. A exposição tratou ações adotadas para a padronização dos meios de coletas de dados pelo CNJ e da importância da construção de variáveis que garantam a criação de uma base válida.

O conselheiro Marcos Vinícius Jardim Rodrigues conduziu a mesa redonda “Pílulas de sucesso no processo de saneamento e validação do DataJud”. Participaram do debate o juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), Marivaldo Dantas de Araujo e a servidora do mesmo tribunal, Patricia Karina de Araujo, o coordenador de Ciências de Dados do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Jairo Simão Santana Melo, além do juiz Carl Olaf Smith. O foco do debate foi o funcionamento e a importância da alimentação do Banco Nacional de Dados Processuais do Poder Judiciário (DataJud), um repositório de informações processuais desenvolvido pelo CNJ para aperfeiçoar o sistema estatístico do Poder Judiciário.

Na sequência, Carl Olaf Smith e Pedro Henrique Amorim, servidor do DPJ trataram do tema “Como aprimorar o DataJud: trabalhando na prática com de-para entre os movimentos locais e os movimentos e complementos nacionais”. Eles apresentaram a estratégia do CNJ para permitir que o DataJud forneça os dados essenciais para extração do Justiça em Números.

Após a apresentação, foram formados grupos por segmentos da Justiça e utilização de sistemas. O primeiro grupo reuniu a Justiça Estadual, Federal e Militar de tribunais que usam Pje; o segundo contou com integrantes desses mesmo ramos que usam o SAJ; o terceiro reuniu os mesmos ramos que usam Eproc; o quarto foi formado pelos mesmos ramos que usam o Projud; o quinto reuniu a Justiça do trabalho e; o sexto, a Justiça Eleitoral.

Agência CNJ de Notícias

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