O Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC) deu mais um passo em direção à sustentabilidade ao investir na geração própria de energia elétrica a partir de fontes renováveis. Ao longo de 2025, quatro usinas de energia solar fotovoltaica foram instaladas em prédios de comarcas catarinenses e no Tribunal de Justiça.
As unidades foram implantadas nas Comarcas de Garuva e Guaramirim, ambas com potência instalada de 60 kWp (kilowatt-pico); em São Lourenço do Oeste, com capacidade de 61 kWp; e na Torre I da sede do TJSC, em Florianópolis, que recebeu uma usina de 50 kWp.
Elas se somam à usina fotovoltaica instalada em Lages, que iniciou operações no início de 2023. Além de contribuir para a redução do consumo de energia elétrica e dos gastos fixos do Judiciário, a iniciativa atende aos indicadores previstos em resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está alinhada às políticas socioambientais adotadas pela instituição. Também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 7 e 11 da Agenda 2030.
“A utilização de energia solar permite diminuir o impacto ambiental das atividades do Tribunal e reduz a pressão sobre o sistema público de geração e distribuição de energia elétrica operado pelas concessionárias”, destaca o diretor de Engenharia e Arquitetura do TJ, Everton Tischer.
A expectativa é de ampliar o projeto já em 2026, com a instalação de oito a 10 novas usinas fotovoltaicas de porte semelhante, entre 50 e 60 kWp, um reforço ao compromisso institucional com a eficiência energética, a responsabilidade ambiental e a sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário.
Fonte: TJSC
