O acesso é restrito a servidores da Justiça Eleitoral autorizados e com perfil habilitado. A depender do perfil, o usuário pode executar rotinas, monitorar automações ou administrar o sistema.
O acesso ocorre por meio da PDPJ-Br, com as mesmas credenciais institucionais utilizadas no PJe. O usuário deve acessar a PDPJ-Br, selecionar o sistema Janus, autenticar-se e aguardar o carregamento da interface.
É um conjunto de tarefas automatizadas executadas pelo sistema em processos judiciais, como elaboração de editais, emissão de certidões, geração de minutas, abertura de vista ao Ministério Público, lançamento de movimentações e certificação de trânsito em julgado.
O usuário deve selecionar o grau de jurisdição, a classe processual, a rotina desejada, a zona eleitoral ou unidade, e os processos. Em seguida, deve clicar em “iniciar execução”.
Sim. O sistema utiliza infraestrutura institucional, com controle de acesso baseado em perfis e autenticação institucional, permitindo execução apenas por usuários autorizados.
Sim. O sistema observa as diretrizes da LGPD e as normas aplicáveis ao Poder Judiciário.
Não. A IA não decide nem julga processos. Ela auxilia na automação de tarefas e na geração de documentos. A decisão final permanece sob responsabilidade do magistrado ou servidor responsável.
Os atos devem ser conferidos e validados pelos servidores, magistrados e usuários responsáveis, conforme os procedimentos jurisdicionais aplicáveis.
Entre em contato com a equipe de suporte pelo e-mail pdpj.conecta@cnj.jus.br