Para apoiar o uso da ferramenta pelos tribunais, o CNJ oferece recursos gratuitos e digitais, como cursos e webinários. Confira
É uma solução de inteligência artificial (IA) criada pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) para automatizar tarefas no processo judicial com o objetivo de dar mais agilidade, eficiência e precisão ao trabalho das unidades judiciais.
A Berna ajuda a acelerar e organizar o trabalho das unidades judiciais, identificando processos semelhantes, agrupando demandas repetitivas/massa/abusivas, uniformizando demandas, localizando processos com as mesmas partes, gerando certidões com informações relevantes para a serventia e para o gabinete.
Todos os Tribunais, desde que tenham acesso a PDPJ/CNJ.
- Análise de petições iniciais usando linguagem natural e separando sua causa de pedir, tese jurídica e pedido;
- Agrupa em conjunto de processos similares pela causa de pedir e tese jurídica;
- Permite a pesquisa por Tribunal, para mostrar todos os grupos de similares;
- Permite a pesquisa dentro dos grupos de similares por tipo de demanda, como em massa e abusiva;
- Permite a pesquisa dentro dos grupos de similares por número de processo;
- Permite a pesquisa dentro dos grupos de similares pelas datas de ajuizamentos dos processos;
- Gera certidões de processos em massa, repetitivos e demandas abusivas.
Este serviço verifica a existência de outras ações similares com relação a causa de pedir e a tese jurídica, sendo retornado nas certidões os casos similares na causa e na tese, em que os processos tenham as mesmas partes.
Este serviço verifica a existência de outras ações similares com relação a causa de pedir e a tese jurídica, sendo retornado nas certidões os casos similares na causa e na tese, com coeficiente maior ou igual a 80%.
Este serviço verifica a existência de outras ações similares com relação a causa de pedir e a tese jurídica, apresentando os casos similares na causa e na tese, independente do coeficiente e das partes.
Não. A Berna automatiza tarefas repetitivas, liberando os usuários do sistema para atividades mais complexas e que exigem análise humana.
Sim. Todo o funcionamento da Berna segue as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as Normas do Conselho Nacional de Justiça.
Não, ela utiliza inteligências artificiais clássicas, como os modelos preditivos e de classificação.
A Berna utiliza o Datalake do CNJ.
Sim. Caso o seu tribunal não esteja alimentando a contento os dados no Datalake do CNJ, o trabalho da Berna poderá ficar prejudicado.
O mais provável é que não foi feita a execução inicial da Berna para clusterização/agrupamento dos seus processos. É necessário realizar essa execução inicial por meio da API da Berna, sendo a API: Criação de Clusters de Similares, Figura 9 do manual.
Isso pode acontecer por dois motivos: (a) sua petição inicial no Datalake não está corretamente identificada conforme a TPU para tipos de arquivos “Petição Inicial” ou porque suas petições iniciais no Datalake estão como imagens no arquivo PDF.
A Berna consegue ler se o documento estiver em formato de texto para conseguir extrair os caracteres e realizar a análise. Recomenda-se o estabelecimento de normas mais rígidas para o protocolo de processos para garantir a qualidade dos documentos inseridos.
Berna é a sigla para “Busca Eletrônica Recursiva usando Linguagem Natural”