Ter mais mulheres em comissões contra o assédio pode diminuir discriminação

As mulheres devem participar de forma paritária nas comissões de prevenção e enfrentamento ao assédio moral, ao assédio sexual e à discriminação no Poder Judiciário. A defesa foi feita pela coordenadora do Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação no Poder Judiciário, conselheira

Boas práticas do Judiciário são apresentadas em conferência internacional do CNJ 

Realizada em Belém (PA) nesta sexta-feira (14/11), a 2ª Conferência Internacional de Sustentabilidade no Poder Judiciário contou com audiência pública na qual representantes de tribunais puderam apresentar boas práticas desenvolvidas na área. As iniciativas incluem ações para redução da emissão de carbono, utilização de energia renovável e atenção a populações vulneráveis, entre outros resultados.  Durante

CNJ reúne especialistas na COP 30 para debate sobre sustentabilidade no Judiciário

No contexto da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a COP 30, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove a 2ª Conferência Internacional de Sustentabilidade no Poder Judiciário. Marcada para ocorrer na sexta-feira (14/11), na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), a mesa de

Boas práticas em sustentabilidade podem ser inscritas em evento internacional

Representantes de instituições públicas e privadas e da sociedade civil organizada têm até sexta-feira (7/11) para fazer inscrição em audiência pública com intuito de apresentar boas práticas de sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário. Os trabalhos serão divulgados durante a 2ª Conferência Internacional para a Sustentabilidade no Sistema de Justiça

CNJ impõe pena de disponibilidade a juiz por imprudência em plantão judiciário

Por maioria, o Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aplicou pena de disponibilidade por 30 dias a magistrado do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que proferiu decisões consideradas imprudentes, durante plantão judiciário. Ele atuou sem ouvir o Ministério Público em caso que envolvia decisão sobre alguns presos considerados