Projeto no RJ auxiliou mais de 7 mil vítimas de violência doméstica em 2022

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Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ
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A Central Judiciária de Abrigamento Provisório da Mulher Vítima de Violência Doméstica (Cejuvida) atingiu recorde de atendimentos em 2022. Ao longo do ano passado, 7180 mulheres em situação de violência doméstica e seus filhos menores de idade foram auxiliados pelo projeto do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ). A título de comparação, em 2021, a central atendeu 5870 vítimas e seus filhos.

Do número total de mulheres atendidas em 2022, 52 foram encaminhadas a abrigos. Março foi o mês de maior abrigamento: oito, no total. Já dezembro teve o maior número de solicitações: 841, entre abrigamentos e orientações telefônicas e pessoais.

A Cejuvida foi criada para dar apoio e auxílio às mulheres e seus filhos menores vítimas de violência doméstica e familiar quando em situação de grave ameaça ou risco. Integrada ao Plantão Judiciário, a Cejuvida atua como um núcleo de apoio aos juízes competentes e aos delegados de Polícia, que fora do horário forense, precisam garantir o encaminhamento emergencial seguro e célere de mulheres e seus filhos às casas-abrigo.

Este serviço abrange todas as comarcas localizadas a, no máximo, 150 quilômetros da sede do Plantão Judiciário da Comarca da Capital. Funciona diariamente das 18h às 11h do dia seguinte, finais de semana e feriados, prestando, inclusive, o primeiro atendimento às vítimas, sempre que os serviços especializados dos centros de referência não estiverem em funcionamento.

Fonte: TJRJ

Macrodesafio - Garantia dos direitos fundamentais