Presidente do CNJ recebe ministra das mulheres para tratar do Pacto Nacional contra o Feminicídio

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Presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, recebe a ministra das Mulheres, Márcia Lopes. Foto: Ana Araújo / Agência CNJ de Notícias

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Ministro Edson Fachin, se reuniu nesta terça-feira (23/3) com a ministra das mulheres, Márcia Carvalho Lopes, para discutir o Pacto Nacional contra o Feminicídio, instituído pelos Três Poderes, em fevereiro deste ano, para combater a violência contra mulheres e meninas. Na conversa, o presidente do CNJ defendeu o trabalho conjunto entre Executivo e Judiciário para a implantação de medidas concretas a serem adotadas no país contra a violência de gênero.

“Trata-se de combater a violência em todas as suas formas. É preciso um novo desenho educativo, com ações preventivas e reparatórias. Essa não é uma questão política ou ideológica. Da nossa parte, trabalhamos por um Direito comprometido em combater a violência”, afirmou Fachin.

O ministro ressaltou que, na dimensão educativa, são necessárias ações que trabalhem mudanças culturais da sociedade brasileira, como o combate ao machismo e à misoginia, assim como ações de comunicação que auxiliem nesse processo de conscientização da população.

Para a Ministra Márcia Carvalho, o trabalho em conjunto entre os Poderes pode ajudar a encorajar as mulheres vítimas de violência a procurarem ajuda, com maior segurança para denunciar os agressores. “Com o Pacto, cada órgão está cumprindo as suas tarefas e demonstrando o que está fazendo. Isso avoluma as nossas responsabilidades. Já estamos vendo os resultados concretos dessa união de esforços”, afirmou.

Também participaram da reunião pelo CNJ: a Conselheira Jaceguara Dantas; as juízas auxiliares da Presidência Suzana Massako e Camila Pullin, que cuidam da temática da violência contra a mulher no Conselho; e o secretário de estratégia e projetos, Paulo Marcos de Farias.

Texto: Gabriela Guerreiro
Edição: Waleiska Fernandes
Revisão: Caroline Zanetti
Agência CNJ de Notícias

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