Portuguese PT English EN Spanish ES
Plataforma de videoconferência viabilizou 20 mil reuniões
Plataforma de videoconferência viabilizou 20 mil reuniões
As sessão plenárias do CNJ tem sido realizadas pela Plataforma Emergencial de Videoconferência para Atos Processuais. FOTO: Gil Ferreira / Ag. CNJ

As atividades do Poder Judiciário estão sendo realizadas especialmente com o uso da tecnologia durante o período de crise causado pela pandemia da COVID-19. Pela Plataforma Emergencial de Videoconferência para Atos Processuais, disponibilizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos tribunais, já foram feitas 20 mil reuniões desde o lançamento da ferramenta no início de abril.

A Plataforma registrou, em um mês de funcionamento, 6.481 usuários cadastrados, dos quais quase 5 mil já utilizam a ferramenta. Mais pedidos são recebidos diariamente pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do CNJ. Para o juiz auxiliar da Presidência do Conselho Bráulio Gusmão, a iniciativa tem sido fundamental para que o Judiciário retome boa parte de suas atividades, mesmo com o isolamento social e o trabalho em modelo de home office. “Os resultados são extremamente positivos e mostram que houve uma ótima resposta dos magistrados e respectivos tribunais. Acreditamos que a tendência é um aumento ainda mais significativo de usuários e do número de reuniões.”

A Plataforma é uma ferramenta digital segura para a realização das atividades processuais por videoconferência, realizadas em salas virtuais pelos magistrados. Nelas, é possível promover sessões de julgamento, audiências ou reuniões. Também é permitida a interação com todos os atores do Sistema de Justiça, composto por advogados públicos e privados, membros do Ministério Público e defensores públicos, bem como a sustentação oral de modo virtual, como tem sido feito nas sessões ordinárias do Plenário do CNJ.

A iniciativa é fruto do Acordo de Cooperação Técnica celebrado com a Cisco Brasil Ltda, que não resulta em custos ou compromissos financeiros por parte do CNJ. A ferramenta estará disponível durante o período da pandemia.

Para se cadastrar, juízos de primeiro grau, órgãos julgadores colegiados e gabinetes devem fazer uma solicitação por meio do formulário que consta na página da plataforma. As sessões de telepresença poderão ser gravadas, a critério dos interessados, e seu conteúdo armazenado no portal PJe Mídias, oferecido pelo CNJ.

Dúvidas e esclarecimentos podem ser tratados pelo e-mail videoconferencia.nacional@cnj.jus.br.

Lenir Camimura Herculano
Agência CNJ de Notícias

A
Fechar Menu