Entre o silêncio e a (sobre)vivência
fatores multicausais e estruturais que dificultam o acesso à Justiça de mulheres em situação de violência de gênero
DOI:
https://doi.org/10.54829/revistacnj.v10i1.996Palavras-chave:
violência de gênero, acesso à justiça, rota crítica, feminicídio, subnotificaçãoResumo
O artigo analisa fatores multicausais e estruturais que dificultam o acesso à justiça de mulheres em situação de violência de gênero no Brasil, com foco na ausência de registros institucionais prévios em casos de feminicídio. Tem como objetivo demonstrar que o silêncio das vítimas não expressa passividade, mas resulta de obstáculos estruturais e institucionais que condicionam as possibilidades de busca por ajuda. Adota-se abordagem qualitativa e documental, articulada ao modelo ecológico da violência, à interseccionalidade e à teoria da rota crítica. Conclui-se que o silêncio constitui resposta aprendida diante da inadequação da proteção institucional, que a fragmentação dos sistemas impede o reconhecimento precoce do risco e que a superação desse cenário exige modelo preventivo e integrado, orientado pela interoperabilidade de dados e pela perspectiva de gênero.
Submetido em: 22/3/2026
Aceito em: 20/5/2026
Downloads
Referências
ÁVILA, Thiago Pierobom de; MAGALHÃES, Thais Quezado Soares. Itinerários processuais anteriores ao feminicídio: os limites da prevenção terciária. Revista Brasileira de Ciências Criminais, São Paulo, n. 187, p. 355-395, 2022. Disponível em: https://www.academia.edu/69245566. Acesso em: 2 mar. 2026.
ÁVILA, Thiago Pierobom de; MEDEIROS, Marcela Novais; CHAGAS, Cátia Betânia; VIEIRA, Elaine Novaes; MAGALHÃES, Thais Quezado Soares; PASSETO, Andrea Simoni de Zappa. Políticas públicas de prevenção ao feminicídio e interseccionalidades. Revista Brasileira de Políticas Públicas, Brasília, v. 10, n. 2, p. 375-407, 2020. Disponível em: https://www.publicacoes.uniceub.br. Acesso em: 2 mar. 2026.
BANCO MUNDIAL; NÚCLEO DE GÉNERO JULIETA KIRKWOOD; UNIVERSIDAD DE CHILE; SERVICIO NACIONAL DE LA MUJER Y EQUIDAD DE GÉNERO. Estudio cualitativo: actualización de ruta crítica de violencia contra la mujer. [S. l.]: Banco Mundial, 2020. Disponível em: https://share.google/WYXlI9d5sy37Sl7fJ. Acesso em: 19 mar. 2026.
BRASIL. Lei n. 10.778, de 24 de novembro de 2003. Estabelece a notificação compulsória, no território nacional, do caso de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicos ou privados. Brasília: Presidência da República, 2003. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.778.htm. Acesso em: 19 mar. 2026.
BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Brasília: Presidência da República, 2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm. Acesso em: 10 mar. 2026.
BRASIL. Lei n. 13.104, de 9 de março de 2015. Altera o art. 121 do Código Penal para prever o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Brasília: Presidência da República, 2015. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13104.htm. Acesso em: 10 mar. 2026.
BRASIL. Lei n. 14.149, de 5 de maio de 2021. Institui o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. Brasília: Presidência da República, 2021. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/L14149.htm. Acesso em: 10 mar. 2026.
BRASIL. Lei n. 14.994, de 9 de outubro de 2024. Altera o Código Penal para tornar o feminicídio crime autônomo. Brasília: Presidência da República, 2024. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l14994.htm. Acesso em: 10 mar. 2026.
BRASIL. Ministério da Justiça e Segurança Pública. 9º diagnóstico nacional das unidades de polícia civil especializadas no atendimento às mulheres: ano-base 2023. Brasília: MJSP, 2025a. Disponível em: https://share.google/qcbiV3EqS35QPAgYo. Acesso em: 2 mar. 2026.
BRASIL. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mapa da segurança pública 2025. Brasília: MJSP, 2025b. Disponível em: https://www.gov.br/mj. Acesso em: 14 mar. 2026.
BRASIL. Ministério da Justiça e Segurança Pública. SINESP. Dados Nacionais de Segurança Pública. Painel Power BI, 2026a. Disponível em: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiYThmMDBkNTYtOGU0Zi00MjUxLWJiMzAtZjFlMmYzYTgwOTBlIiwidCI6ImViMDkwNDIwLTQ0NGMtNDNmNy05MWYyLTRiOGRhNmJmZThlMSJ9. Acesso em: 14 mar. 2026.
BRASIL. Ministério das Mulheres. Relatório anual socioeconômico da mulher: RASEAM. Brasília: Observatório Brasil da Igualdade de Gênero; Ministério das Mulheres, 2025c. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/publicacoes/raseam-2025.pdf/view. Acesso em: 8 mar. 2026.
BRASIL. Presidência da República. Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. Site Presidência da República, 4 fev. 2026b. Disponível em: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/central-de-conteudo/textos/pacto-brasil-entre-os-tres-poderes-para-enfrentamento-do-feminicidio. Acesso em: 18 mar. 2026.
BRONFENBRENNER, Urie. The ecology of human development: experiments by nature and design. Cambridge: Harvard University Press, 1979.
CASTILHO, Ela Wiecko Volkmer de; CAMPOS, Carmen Hein de. Sistema de justiça criminal e perspectiva de gênero. Revista Brasileira de Ciências Criminais, São Paulo, v. 26, n. 146, p. 73-303, ago. 2018. Disponível em: https://arquivo.ibccrim.org.br/rbccrim/158-/?ano_filtro=2018. Acesso em: 10 mar. 2026.
COLLINS, Patricia Hill. Bem mais que ideias: a interseccionalidade como teoria social crítica. São Paulo: Boitempo, 2022.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Guia interinstitucional de avaliação de risco para aplicação do FONAR. Brasília: CNJ, 2025b. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2025/11/versao-final-rev-guia-interinstitucional-de-avaliacao-de-risco-para-aplicacao-do-fonar.pdf. Acesso em: 1º mar. 2026.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Painel de violência contra a Mulher. Brasília: CNJ, 2026. Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud). Disponível em: https://justica-em-numeros.cnj.jus.br/painel-violencia-contra-mulher/. Acesso em: 6 mar. 2026.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero. Brasília: CNJ; Enfam, 2021. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2021/05/Protocolo-de-Julgamento-com-Perspectiva-de-Genero.pdf. Acesso em: 1º fev. 2026.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Rota crítica da violência doméstica e familiar contra mulheres que atuam no Poder Judiciário brasileiro. Brasília: CNJ, 2025a. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2025/09/relatorio-rota-critica.pdf. Acesso em: 1º mar. 2026.
CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO. Manual de atuação das promotoras e dos promotores de justiça em casos de feminicídio. Brasília: CNMP, 2025. Disponível em: https://share.google/4E2QAoqrBhN15fDI5. Acesso em: 9 mar. 2026.
CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the intersection of race and sex: a black feminist critique of antidiscrimination doctrine, feminist theory and antiracist politics. University of Chicago Legal Forum, Chicago, v. 1989, n. 1, p. 139-167, 1989.
CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 10, n. 1, p. 171-188, 2002.
DAMS-O'CONNOR, Kristen et al. The neuropathology of intimate partner violence. Acta Neuropathologica, v. 146, p. 803-815, 2023. DOI: https://doi.org/10.1007/s00401-023-02646-1. Acesso em: 10 mar. 2026.
DISCOGRAFIA BRASILEIRA. Mulher de malandro. Composição: Heitor dos Prazeres. Intérprete: Francisco Alves. [S. l.], [1932]. Disponível em: https://discografiabrasileira.com.br/fonograma/30956/mulher-de-malandro. Acesso em: 10 mar. 2026.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Segurança Pública. Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF). Estudo dos feminicídios tentados no Distrito Federal: informações do acumulado de março de 2015 a janeiro de 2025. Brasília: SSPDF, 2025.
ELLSBERG, Mary et al. Prevention of violence against women and girls: what does the evidence say? The Lancet, v. 385, n. 9977, p. 1555-1566, 2015. DOI: https://doi.org/10.1016/S0140-6736(14)61703-7. Acesso em: 10 mar. 2026.
FONSECA, Claudia. Família, fofoca e honra: etnografia de relações de gênero e violência em grupos populares. Porto Alegre: UFRGS, 2023.
FONSECA, Thaís de Souza. Violência baseada no gênero na Lei Maria da Penha: um conceito em disputa. Revista Direito e Práxis, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p. 1-27, 2024.
FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025. São Paulo: FBSP, 2025a. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/07/anuario-2025.pdf. Acesso em: 10 mar. 2026.
FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Retrato dos feminicídios no Brasil. São Paulo: FBSP, 2026. Disponível em: https://share.google/hBMfbSp2lyJiLLmiH. Acesso em: 10 mar. 2026.
FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil. 5. ed. São Paulo: FBSP, 2025b. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/03/relatorio-visivel-e-invisivel-5ed-2025.pdf. Acesso em: 10 mar. 2026.
HEISE, Lori L. Violence against women: an integrated, ecological framework. Violence Against Women, v. 4, n. 3, p. 262-290, 1998. DOI: https://doi.org/10.1177/1077801298004003002. Acesso em: 10 mar. 2026.
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA; FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Atlas da violência 2025. Brasília: Ipea; FBSP, 2025. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/4600atlasviolencia2024.pdf. Acesso em: 8 fev. 2026.
LABORATÓRIO DE ESTUDOS DE FEMINICÍDIOS (LESFEM). Feminicídios consumados e tentados no Brasil: 2024. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2025a. Disponível em: https://sites.uel.br/lesfem/monitor-brasil/feminicidios-consumados-e-tentados-no-brasil-2024/. Acesso em: 10 mar. 2026.
LABORATÓRIO DE ESTUDOS DE FEMINICÍDIOS (LESFEM). Feminicídios consumados e tentados no Paraná: 2023-2024. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2025b. Disponível em: https://sites.uel.br/lesfem/feminicidios-consumados-e-tentados-no-parana-2023-2024/. Acesso em: 10 mar. 2026.
LABORATÓRIO DE ESTUDOS DE FEMINICÍDIOS (LESFEM). Relatório anual de feminicídios no Brasil 2025. Londrina: Universidade Estadual de Londrina, 2026. Disponível em: https://sites.uel.br/lesfem/wp-content/uploads/2026/02/Relatorio-Anual2025_27022026-1.pdf. Acesso em: 10 mar. 2026.
LAGARDE Y DE LOS RÍOS, Marcela. Feminicidio: una perspectiva global. México: UNAM, 1996.
MENDES, Soraia da Rosa. Criminologia feminista: novos paradigmas. 3. ed. São Paulo: Saraiva Jur, 2024. E-book.
MINISTÉRIO PÚBLICO DE SÃO PAULO. Raio X do feminicídio em São Paulo: é possível evitar a morte. São Paulo: MPSP, 2018. Disponível em: https://share.google/6lYy7oNQZWFvofGA1. Acesso em: 9 mar. 2026.
ONU MULHERES. Femicides in 2024: global estimates of intimate partner/family member femicides. [S. l.]: ONU Mulheres, 2025. Disponível em: https://www.unwomen.org/sites/default/files/2025-11/femicide-brief-2025-en.pdf. Acesso em: 10 mar. 2026.
ONU MULHERES. Diretrizes nacionais para investigar, processar e julgar com perspectiva de gênero as mortes violentas de mulheres. Brasília: SPM; ONU Mulheres, 2016. Disponível em: https://bibliotecadigital.mdh.gov.br/jspui/handle/192/810. Acesso em: 15 mar. 2026.
ONU MULHERES. Mobilização nacional pelo feminicídio zero: prevenção de todas as formas de violência de gênero contra as mulheres em sua diversidade: texto orientador. Brasília: Ministério das Mulheres, 2024b. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/publicacoes/nota-conceitual_-feminicidio-zero.pdf/view. Acesso em: 15 mar. 2026.
ONU MULHERES. Pacto nacional de prevenção aos feminicídios. Brasília: Ministério das Mulheres, 2024a. Disponível em: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/publicacoes/PactoNacionaldePrevenoaosFeminicdios_MMulheres_ONUMulheres.pdf/view. Acesso em: 15 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração sobre a Eliminação da Violência contra a Mulher. Resolução da Assembleia Geral n. 48/104, de 20 de dezembro de 1993. Genebra: ONU, 1993. Disponível em: https://www.ohchr.org/en/instruments-mechanisms/instruments/declaration-elimination-violence-against-women. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração e Programa de Ação de Viena. Viena: ONU, 25 jun. 1993. Disponível em: https://www.ohchr.org/en/instruments-mechanisms/instruments/vienna-declaration-and-programme-action. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Comissão sobre a Situação da Mulher. Garantizar y fortalecer el acceso a la justicia para todas las mujeres y las niñas: informe del Secretario General. E/CN.6/2026/3. Nova York: ONU, 2026. Disponível em: https://undocs.org/E/CN.6/2026/3. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Comitê para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher (CEDAW). Recomendação Geral n. 19 (1992) sobre violência contra a mulher. Genebra: ONU, 1992. Disponível em: https://tbinternet.ohchr.org/_layouts/15/treatybodyexternal/Download.aspx?symbolno=INT/CEDAW/GEC/3731&Lang=en. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Comitê para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher (CEDAW). Recomendação Geral n. 33 (2015) sobre o acesso das mulheres à justiça. Genebra: ONU, 2015. Disponível em: https://tbinternet.ohchr.org/_layouts/15/treatybodyexternal/Download.aspx?symbolno=CEDAW/C/GC/33&Lang=en. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Comitê para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher (CEDAW). Recomendação Geral n. 35 (2017) sobre a violência de gênero contra as mulheres. Genebra: ONU, 2017. Disponível em: https://tbinternet.ohchr.org/_layouts/15/treatybodyexternal/Download.aspx?symbolno=CEDAW/C/GC/35&Lang=en. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS. Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher: Convenção de Belém do Pará. Belém do Pará: OEA, 9 jun. 1994. Promulgada no Brasil pelo Decreto n.º 1.973, de 1.º de agosto de 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1996/d1973.htm. Acesso em: 10 mar. 2026.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Relatório mundial sobre violência e saúde. Genebra: OMS, 2002. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/biblioteca/relatorio-mundial-sobre-violencia-e-saude/. Acesso em: 10 mar. 2026.
RUSSELL, Diana E. H.; RADFORD, Jill (ed.). Femicide: the politics of woman killing. New York: Twayne, 1992.
SAGOT, Montserrat. Ruta crítica de las mujeres afectadas por la violencia intrafamiliar en América Latina: estudios de caso de diez países. Washington: OPAS, 2000.
SARTORI, Myrian Caldeira. Acesso à justiça: a percepção de mulheres em situação de violência. 2024. Dissertação (Mestrado Profissional em Administração Pública)– Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas, Universidade de Brasília. Brasília: UnB, 2024.
SENADO FEDERAL. Instituto DataSenado. Mapa nacional da violência de gênero: plataforma interativa de dados públicos oficiais sobre violência contra as mulheres. Brasília: Senado Federal, 2026c. Dados extraídos em: 5 mar. 2026. Disponível em: https://www.senado.leg.br/institucional/datasenado/mapadaviolencia/#/pesquisanacional/subnotificacoes. Acesso em: 5 mar. 2026.
SENADO FEDERAL. Instituto DataSenado; OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA. Pesquisa nacional de violência contra a mulher. 11. ed. Brasília: Senado Federal, 2025. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/relatorios-de-pesquisa/pesquisa-nacional-de-violencia-contra-a-mulher-datasenado-20256. Acesso em: 10 mar. 2026.
TV CULTURA. Eles matam mulheres. Documentário. YouTube, 2023. Disponível em: https://youtu.be/fc6W4cBfSJU. Acesso em: 10 mar. 2026.
WALKER, Lenore E. The battered woman. New York: Harper & Row, 1979.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Suzana Massako Hirama Loreto de Oliveira, Andressa Garcia Dal Bosco Dall'Agnol

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.








