Nota de pesar pela morte da ministra Assusete Magalhães

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Ministra Assusete Magalhães, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). FOTO: Lucas Pricken/STJ

É com profundo pesar que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) receberam a notícia da morte da ministra Assusete Magalhães, que desempenhou uma brilhante carreira no Poder Judiciário brasileiro.

Mulher, mãe e juíza de carreira, a ministra Assusete Magalhães foi responsável por implementar relevantes medidas à Justiça ao longo dos anos em que ocupou uma série de funções públicas.

Ao longo de sua atuação no Poder Judiciário, a ministra foi a primeira mulher a assumir o cargo de juíza federal em Minas Gerais. Como desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, assumiu a função de corregedora-geral da Justiça Federal e foi a única mulher a ocupar a sua presidência até os dias de hoje.

Alguns anos depois, foi indicada para ocupar uma cadeira no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde criou e chefiou a Ouvidoria da Corte.

Durante a sua atuação no STJ, a magistrada implementou uma série de contribuições para a jurisprudência, especialmente na temática de gestão de precedentes.

A ministra deixa ao Poder Judiciário brasileiro um legado de firmeza, correção e brilhante atuação na carreira de magistrada.

Ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal