Justiça do Trabalho faz visita preparatória na região do Marajó (PA) para ações de itinerância

Você está visualizando atualmente Justiça do Trabalho faz visita preparatória na região do Marajó (PA) para ações de itinerância
Foto: TST

Representantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) estiveram, na última semana, no Pará, em visitas e reuniões para definir as ações da Justiça Itinerante na região da Ilha do Marajó, que será realizada de 18 a 22 de maio.

O objetivo é ampliar o acesso à Justiça e a serviços essenciais em regiões de difícil acesso, como é o caso do arquipélago. A iniciativa integra a ação Justiça Itinerante da Cooperativa da Amazônia Legal (Jical), coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com a participação de diversas instituições, entre elas a Justiça do Trabalho.

Escuta e levantamento de dados

A comitiva do TST e do CSJT foi recebida em Belém pela administração do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA/AP), que deu apoio institucional e operacional ao alinhamento de objetivos na fase de diagnóstico local.

Segundo o juiz auxiliar do CSJT e coordenador da Política Nacional de Justiça Itinerante, Otávio Ferreira, a etapa precursora tem como foco ouvir a população local para compreender suas necessidades e, a partir disso, ajustar o planejamento das atividades. “O tribunal do território é quem dará continuidade ao trabalho. Essa parceria é fundamental para garantir ações permanentes e efetivas”, afirmou.

Integração institucional para Breves, Melgaço e Portel

Na região marajoara, a comitiva passou por Breves, município a 12h de barco da capital paraense, onde se reuniu com secretários municipais e representantes de movimentos sociais, conselho tutelar e segurança pública. Também foi realizada visita ao presídio local e ao Tribunal de Justiça da cidade.

Ainda no Marajó, foram cumpridas agendas nas cidades de Melgaço e Portel, onde também foram realizadas reuniões de escuta com movimentos sociais, secretariados e conselhos tutelares.

A agenda foi finalizada em Belém, com a entrega do relatório das escutas aos programas institucionais regionais e reuniões com os institutos de Direitos Humanos Dom José Luis Azcona/Irmã Henriqueta e Peabiru e com a Clínica de Combate ao Trabalho Escravo da Universidade Federal do Pará (UFPA).

A juíza-auxiliar da presidência do TST, Izabella Ramos Pinto, destacou que a articulação institucional é essencial para o sucesso das ações. “Não basta planejamento, é preciso integração para que as iniciativas cheguem de forma efetiva ao território”, disse.

Conheça o Projeto Cidadania Aqui com Você.

Fonte: TST, com informações do TRT-8