A Corregedoria Nacional de Justiça concluiu, nesta sexta-feira (13/3), a inspeção ordinária realizada no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). Durante cinco dias de trabalho, a equipe do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) avaliou o funcionamento de setores administrativos e judiciais da Corte gaúcha, além dos cartórios do estado.
A inspeção ocorreu entre os dias 9 e 13 de março e integra o calendário de visitas técnicas da Corregedoria Nacional aos tribunais brasileiros, com o objetivo de verificar a regularidade dos serviços prestados e aprimorar a prestação jurisdicional.
No balanço final da inspeção, o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, desembargador Arnoldo Camanho, coordenador dos trabalhos de inspeção, destacou que a atividade permite um diagnóstico detalhado do funcionamento da Corte e tem caráter orientativo. “Busca-se, ao fim da inspeção, cooperar mais do que punir, sugerir mais do que apurar, apontar soluções e indicar o caminho correto a seguir”, ressaltou.
Os trabalhos foram conduzidos por uma equipe formada por magistradas, magistrados, servidoras e servidores da Corregedoria Nacional, que analisaram procedimentos administrativos, rotinas de trabalho e o funcionamento de unidades judiciais de primeiro e segundo graus de jurisdição. A inspeção também incluiu a avaliação de cartórios extrajudiciais vinculados ao Judiciário estadual.
A atividade foi instituída por portaria assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell. Além da análise documental e dos sistemas utilizados pelo tribunal, a equipe do CNJ também se reuniu com magistradas, magistrados, servidoras, servidores e representantes de instituições do sistema de justiça. As informações coletadas vão subsidiar o relatório com recomendações e boas práticas.
As inspeções realizadas pela Corregedoria Nacional fazem parte das atribuições do CNJ de supervisionar a atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e de contribuir para o aperfeiçoamento da gestão judicial em todo o país.
Texto: Roberta Nunes
Edição: Beatriz Borges
Revisão: Luana Guimarães
Agência CNJ de Notícias
