A maioria dos pretendentes habilitados para adoção não aponta preferência para o sexo da criança que aguarda. No entanto, dos que indicam algum perfil, a maior parte espera por uma menina. Essa expectativa em relação ao gênero da criança pode estar vinculada a um estereótipo social, mas que é trabalhada principalmente nos cursos de preparação dos pretendentes, com destaques para os desafios da criação de filhos e filhas; e do papel da mulher na sociedade atual. Leia mais.