O corregedor nacional de justiça, ministro Mauro Campbell Marques, e o presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Johonsom di Salvo, compareceram à Praça da Sé, em São Paulo, onde estão sendo realizados o “Pop Rua Jud Sampa 7” e a “4ª Semana Nacional do Registro Civil – Registre-se!”.
O mutirão, que vai até o dia 17 de abril, tem como objetivo garantir à população em situação de rua e em vulnerabilidade acesso à justiça, emissão de documentos, assistência social e saúde, por meio da atuação conjunta de mais de 30 instituições públicas e organizações da sociedade civil.
O corregedor nacional de justiça destacou a parceria entre as diversas instituições que se juntaram ao evento. “É uma união institucional de todo o sistema de justiça para um trabalho de resgate da cidadania. A minha presença aqui é uma demonstração de reconhecimento do Conselho Nacional de Justiça a esse projeto”, declarou o ministro Mauro Campbell Marques.
Na visão do presidente do TRF3, o Pop Rua Jud é uma importante iniciativa social, que coloca magistrados e servidores em contato com a população mais vulnerável. “Eles deixaram os gabinetes para encarar a vida real. Isso é bonito e traz um grande ganho para as pessoas que tanto necessitam de serviços públicos e merecem o nosso respeito”, afirmou Johonsom di Salvo.
Também estiveram presentes os desembargadores Francisco Eduardo Loureiro, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo; Valdir Florindo, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2); Encinas Manfré, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo; Sueli Tomé da Ponte, corregedora regional do TRT2; e Silvia Rocha, corregedora-geral de justiça de São Paulo.
O diretor do Foro da Seção Judiciária de São Paulo, juiz federal Márcio Satalino Mesquita, já participou da ação no interior e se impressionou com a edição paulistana. “É uma estrutura gigantesca, o número de pessoas atendidas é muito grande. Os servidores e juízes envolvidos estão de parabéns por sua dedicação e entusiasmo. O TRF3 foi pioneiro nessa ação social e tem sido referência no restante do país”, comentou.

