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Corregedor apura suposto negócio de desembargador com empresário do ramo da saúde
Corregedor apura suposto negócio de desembargador com empresário do ramo da saúde

corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, determinou a instauração de pedido de providências para que o desembargador Paulo Sérgio Rangel, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), preste esclarecimentos sobre fatos divulgados em matéria de revista digital a respeito de negócio jurídico firmado entre ele e o empresário Leandro Braga de Souza, preso durante a “Operação Favorito”, no último dia 14 de maio.

Deflagrada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal, a operação investiga supostos desvios de R$ 3,95 milhões da saúde do estado do Rio de Janeiro e pagamentos superfaturados feitos pelo Instituto Data Rio, que administra Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Segundo a matéria jornalística, o magistrado teria comprado a participação do empresário na empresa LPS Corretora de Seguros, a qual realizava a intermediação de planos e seguros voltados à assistência de saúde.

Na decisão, o ministro Humberto Martins afirmou que se faz necessária a instauração de procedimento prévio de apuração para a verificação de eventual violação dos deveres funcionais por parte do desembargador do TJRJ, “considerando o teor dos fatos narrados e a cautela peculiar afeta à atuação da Corregedoria Nacional de Justiça”.

O corregedor nacional de Justiça deu um prazo de 15 dias para o magistrado apresentar as informações.

Leia aqui a íntegra da decisão.
Corregedoria Nacional de Justiça 
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