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CNJ inicia curso de Mediação de Família para mediadores do Distrito Federal
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CNJ inicia curso de Mediação de Família para mediadores do Distrito Federal

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciou, nesta segunda-feira (26/5), em Brasília/DF, o Curso de Mediação de Família para mediadores que atuam no Distrito Federal. A formação, que vai até quarta-feira (28/5), tem a participação de magistrados, servidores, professores e advogados e é uma das ações do Movimento pela Conciliação do CNJ. O objetivo principal do curso é gravar em vídeo o treinamento para que outros instrutores em mediação formados pelo CNJ possam melhor planejar seus treinamentos.

“O papel do mediador de família é ajudar as partes em conflito a reduzirem os antagonismos e a agregarem a estabilização emocional. Por meio da mediação, busca-se também aumentar a satisfação das partes com os procedimentos jurídicos e seus resultados. Dessa forma, ela contribui para o aumento do índice de cumprimento das decisões judiciais”, afirmou o conselheiro Emmanoel Campelo, que coordena o Movimento pela Conciliação.

Todos os participantes cumpriram o pré-requisito de ter concluído o Curso Básico de Mediação do CNJ. Agora, eles aprendem como contribuir para a solução pacífica de conflitos envolvendo divórcio, pensão alimentícia, guarda dos filhos, entre outros assuntos familiares. “Nós estamos aqui para auxiliar os novos instrutores a prepararem seus cursos de mediação de família por meio desse material em vídeo que será disponibilizado (para instrutores) no YouTube. Nosso objetivo também é formar uma equipe de excelência para apoiar os Tribunais do Distrito Federal em Mediação de Família”, afirmou o conselheiro Emmanoel Campelo.

Entre os participantes do curso está a juíza aposentada do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Wilde Maria Silva Justiniano Ribeiro. Ela era titular do 1º Juizado Especial Cível de Brasília, tendo se aposentado em agosto de 2013. Mesmo com toda a experiência, ela disse ter sentido necessidade de aprender sobre a mediação de conflitos para exercer uma atividade depois da aposentadoria.

“Então eu fiz o curso básico de mediação em 2013 com o juiz André Gomma. Hoje eu atuo como voluntária, porque eu fiz o Curso Básico de Mediação, fiz outro de Justiça Restaurativa e agora faço este, de Mediação de Família. Então, com toda essa bagagem, eu me aposentei e me preparei para ter uma atividade que eu pudesse continuar servindo às pessoas e não ficar ociosa depois da aposentadoria”, relatou Wilde Maria.

Jorge Vasconcellos
Agência CNJ de Notícias

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