Em sua XIX edição, a Jornada foi realizada nos dias 7 e 8 de agosto de 2025, na cidade do Recife/PE, com a participação de autoridades do sistema de justiça, representantes da sociedade civil e integrantes das redes de proteção às mulheres.
Como parte das ações da Jornada, foi promovida uma iniciativa voltada ao público jovem, em parceria com a Escola Técnica Estadual Miguel Batista e a Escola Estadual Maria Amália, ambas localizadas em Recife/PE. A atividade teve como foco o enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, por meio de capacitações, rodas de conversa e oficinas interativas com alunos(as), professores(as) e familiares.
Acesse as apresentações realizadas em oficinas e painéis durante a Jornada:
Painel 3: Violência Psicológica, Violência de Gênero Digital: Visibilidade e Estratégias para Erradicação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres
Oficina 1 | Lei Maria da Penha e os Desafios para a Revolução Digital
- Charles Menezes Barros – Juiz Auxiliar da Presidência do TJPA
- Eunice Prado – Juíza de Direito do TJPE
- Juliana Paula Silva da Costa – Juíza de Direito do TJRO
Oficina 2 | Lei Maria da Penha e os Desafios para a Erradicação de Todas as Formas de Violência contra a Mulher
- Débora Andrade – Coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (NUDEM) – Defensora Pública do Estado de Pernambuco
- Suelen Márcia Silva Alves – Juíza de Direito do TJRR e Coordenadora da CEMVD
- Thimotie Aragon Heemann – Promotor de Justiça do MPPR
Oficina 3 | Lei Maria da Penha e os Desafios para a Segurança Pública
- Nágila Maria Sales Brito – Desembargadora do TJBA Presidente do Cocevid. Naiara Brancher – Juíza de Direito do TJSC
- Alice Bianchini – Advogada
- Marcelo Zago – Delegado de Polícia do Distrito Federal
Oficina 4 | Lei Maria da Penha e os Desafios para a Justiça Climática
Paralelamente, foi realizado o concurso escolar: “Educar para Proteger: Juventudes pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher”.
A iniciativa busca estimular a participação ativa de adolescentes e jovens na construção de uma cultura de paz, equidade e respeito às mulheres e meninas. Os projetos devem ser desenvolvidos com base em três eixos temáticos:
Eixo I – Criação de peças gráficas que abordem, de forma crítica e criativa, a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher, com foco em narrativas de conscientização, empatia e transformação social.
Eixo II – Elaboração de propostas de ambientação e design de interiores para salas de depoimento especial e/ou salas lilás, priorizando o acolhimento, a humanização do atendimento e o respeito às vítimas de violência.
Como parte das ações da Jornada, foi realizada uma Pré-Jornada, nos dias 4 e 5 de agosto, quando o CNJ promoveu, em Arcoverde e Buíque, a ação “Meninas e Mulheres no Sertão de Pernambuco”, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção a vítimas de violência doméstica em áreas de alta vulnerabilidade social e geográfica.
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