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Funcionários irão difundir conhecimento adquirido para moradores de complexo fluminense (Divulgação/TRF2)
Funcionários irão difundir conhecimento adquirido para moradores de complexo fluminense (Divulgação/TRF2)

O Centro de Atendimento Itinerante da Justiça Federal da 2ª Região (CAIJF), em parceria com o Primeiro Atendimento dos Juizados Federais Especiais (JEFs) da SJRJ, desenvolveu, no dia 9, mais uma prática de educação para a cidadania no Complexo da Penha.

O intuito foi informar e orientar agentes de saúde comunitários para que difundam o conhecimento adquirido sobre Previdência Social junto à comunidade. Através deles, é possível conscientizar os moradores do Complexo sobre a importância de acessarem regularmente seus extratos previdenciários, além de estarem sempre atentos quanto ao cumprimento das obrigações relativas às empresas onde trabalham – se há o repasse correto das contribuições ao INSS. A abordagem se estendeu por tópicos como o auxílio doença, a pensão por morte, o Benefício da Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/LOAS), entre outros.

A ação contou com a presença do juiz federal Vladimir Vitovsky, supervisor do órgão, da juíza federal Aline Miranda, supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos da Segunda Região (NPSC2), e do servidor Luiz Henrique de Andrade Costa, do Primeiro Atendimento. Após a apresentação de Vladimir Vitovsky, o servidor Luiz Henrique falou sobre procedimentos para a garantia de direitos previdenciários a mais de 30 agentes de saúde comunitários do Complexo e vizinhanças.

O alto nível de perguntas por parte dos presentes levou os organizadores da ação a acordarem com os agentes de saúde a extensão do evento. Dessa forma, a abordagem sobre ações previdenciárias terá continuidade no mês de maio.

O Complexo da Penha detém cerca de 53 mil habitantes, e abrange as comunidades de Vila Cruzeiro, Grotão, Chatuba, Caracol, Quatro Bicas e Parque Proletário. Os agentes comunitários de saúde atuam através de ações domiciliares no sentido da prevenção de doenças. Essas ações, visando à promoção da saúde, são desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão de um gestor municipal. Os agentes lidam com pessoas humildes e desassistidas institucionalmente, sendo de suma importância o seu conhecimento sobre as formas de como o cidadão pode fazer jus aos benefícios previdenciários garantidos por lei.

Fonte: TRF2


Tópicos: justiça federal,Previdência social

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