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CNJ e TJPI firmam acordo para implantação de projeto piloto na corte piauiense

Assinaura do termo de Cooperação Técnica para implantação, em nuvem, do sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) para uso no tribunal estadual. Assinaram o termo o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, e o presidente do TJ-PI, desembargador Raimundo Eufrásio.Credito: Dorivan Martinho/SCO/STF
Assinaura do termo de Cooperação Técnica para implantação, em nuvem, do sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) para uso no tribunal estadual. Assinaram o termo o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, e o presidente do TJ-PI, desembargador Raimundo Eufrásio.Credito: Dorivan Martinho/SCO/STF

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) firmaram, na quinta-feira (15/1), em Brasília, Termo de Cooperação Técnica para a implantação do sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) na corte piauiense. Por meio de um projeto piloto, o TJPI será o primeiro a acessar o sistema do CNJ através de cloud computing (computação em nuvem). Assinaram o termo o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, e o presidente do TJPI, desembargador Raimundo Eufrásio.

Com base no termo assinado, o Conselho se compromete a configurar, instalar e hospedar o ambiente tecnológico do sistema, além de efetuar a manutenção do PJe. O CNJ ficará responsável, ainda, por ministrar capacitação e treinamento para os servidores do Judiciário piauiense.

Já o TJPI se compromete a utilizar o sistema, hospedado no CNJ, além de multiplicar o conhecimento técnico entre seus servidores, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público e a Defensoria Pública, por meio de elaboração e distribuição de cartilhas de uso. Caberá ao TJ ainda ministrar cursos de capacitação ou outras formas de replicação do conhecimento. O tribunal estadual deverá também informar o cronograma de implantação do sistema nas comarcas.

O desembargador Raimundo Eufrásio destacou que, com o PJe, o TJPI deve economizar em papel, em tinta e em tempo. “A celeridade será admirável, vamos contribuir com a prestação jurisdicional que a população do Piauí merece”, afirmou. O Termo de Cooperação Técnica tem vigência de 12 meses, podendo ser prorrogado automaticamente por até 60 meses, e não envolve transferência de recursos.

De acordo com o juiz auxiliar da Presidência do CNJ Bráulio Gusmão e integrante da gerência executiva do sistema PJe, o uso da computação em nuvem visa a otimizar custos e também a prestação do suporte que o Conselho deve dar ao tribunal.

“A tendência é a de diminuição dos custos operacionais, pois essa tecnologia facilita a implantação do PJe. Como o CNJ já tem o know-how sobre a melhor infraestrutura do sistema, nós poderemos dar um suporte mais próximo, ao mesmo tempo em que o tribunal não precisará criar toda uma infraestrutura, que será provida pelo CNJ”, afirmou o magistrado. “O objetivo desse projeto piloto é verificar o quanto essa estratégia de uso da tecnologia pode nos ajudar no futuro”, concluiu.

Agência CNJ de Notícias


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Palavras-chave

Tecnologia e modernização ,TJPI

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