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O juiz Antônio Silveira Neto, da Paraíba, falou para magistrados baianos sobre o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), em palestra realizada nesta sexta-feira (06/06) no auditório do Tribunal de Justiça da Bahia. O sistema, desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), permite o cruzamento de informações entre os estados e as comarcas de todo o país. Segundo o juiz Silveira Neto, a partir de agora, os pretendentes aptos à adoção poderão visualizar no cadastro todas as crianças disponíveis no território nacional e não apenas na cidade em que se encontram.

O juiz Antônio Silveira Neto, da Paraíba, falou para magistrados baianos sobre o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), em palestra realizada nesta sexta-feira (06/06) no auditório do Tribunal de Justiça da Bahia. O sistema, desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), permite o cruzamento de informações entre os estados e as comarcas de todo o país. Segundo o juiz Silveira Neto, a partir de agora, os pretendentes aptos à adoção poderão visualizar no cadastro todas as crianças disponíveis no território nacional e não apenas na cidade em que se encontram.

O magistrado afirmou que, com o advento do CNA, políticas públicas para adoção poderão ser desenvolvidas com mais eficácia, haja vista que o sistema disponibilizará a quantidade de crianças para cada realidade geográfica. O juiz afirmou ainda que campanhas direcionadas poderão ser construídas a partir de um estudo da faixa etária, quantidade e perfil dessas crianças. Antes da implantação do cadastro, as informações ficavam isoladas, sem compartilhamento dos dados entre as cidades e estados do Brasil.

A implantação do Cadastro Nacional de Adoção foi iniciado no último dia 8 de maio e tem previsão de 180 dias para ser totalmente integrado. O juiz chama a atenção para o papel dos magistrados das respectivas comarcas, na abertura de processos de adoção e atualização das informações no sistema.