Entre os objetivos do DPJ está também a disponibilização dos dados coletados para efeito de pesquisa e produção acadêmica, pois se entende que a transparência é requisito fundamental para a consolidação de um universo de estudos capaz de gerar uma compreensão mais acurada do passado e orientar decisões futuras.
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Atualmente o Departamento de Pesquisas Judiciárias está desenvolvendo suas atividades em várias frentes de ação, quais sejam:
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PESQUISADORES:
ASSISTENTES DE PESQUISAS:
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ESTAGIÁRIOS(AS):
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Para mais informações sobre o resultado do processo de seleção das pesquisas na área judiciária, leia a matéria a seguir, publicada pela Agência CNJ, no dia 23 de dezembro de 2009.
CNJ seleciona projetos de pesquisa na área judiciária
Quarta, 23 de Dezembro de 2009
Saiu o resultado do processo de seleção das pesquisas sobre a atuação do Poder Judiciário no Brasil que serão financiados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Eles foram escolhidos dentre 26 projetos inscritos. As propostas foram avaliadas por uma comissão julgadora constituída por representantes do CNJ, com base em avaliação prévia do Conselho Consultivo do Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ). O nome dos selecionados e suas propostas foram publicadas no Diário Eletrônico desta quarta-feira (23/12). As instituições selecionadas foram: a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP); a Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); a Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas; a Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
O diagnóstico das causas do aumento das demandas judiciais cíveis no Brasil e a morosidade da justiça cível foram os temas escolhidos pelas três últimas instituições de ensino. A Faculdade de Direito da USP vai abordar as interrelações entre os processos administrativo e o judicial sob a perspectiva da segurança jurídica no plano da concorrência econômica e da eficácia da regulação pública. Já a UFRGS optou pelas Interrelações entre o processo administrativo e o judicial a partir da identificação dos conflitos, cuja solução deveria ser tentada previamente na esfera administrativa.
As instituições vencedoras terão nove meses para finalizar as pesquisas, que têm o objetivo de auxiliar na elaboração da política judiciária no país. No total, serão investidos R$ 2 milhões no financiamento das pesquisas. O valor máximo por pesquisa, a ser custeado pelo CNJ, é de R$ 400 mil.
A iniciativa para a realização dos projetos de pesquisa partiu do Conselho Consultivo do DPJ. O Conselho Consultivo foi instituído em abril de 2009 pelo presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes, para examinar, opinar e propor estudos, análises, projetos e pesquisas ao Departamento de Pesquisas Judiciárias e ao CNJ.
Fazem parte do Conselho Consultivo magistrados e acadêmicos com experiência em áreas como criminologia, planejamento, ciência política e economia. São membros do conselho: a economista Armando Manuel da Rocha Castelar Pinheiro, a pesquisadora Elizabeth Sussekind, o ex-secretário da Receita Everardo Maciel, a cientista política Maria Tereza Aina Sadek, o sociólogo Luiz Jorge Werneck Vianna, o professor Kazuo Watanabe, o advogado e professor Francisco José Cahali, o desembargador aposentado e ex-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região Vladimir Passos de Freitas e o engenheiro Carlos Augusto Lopes da Costa.
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